A cozinheira faz poesia, o motorista de táxis faz poesia, o porteiro faz poesia, o desempregado faz poesia, também. Todos que chegam quarta à noite, no Zé do Batidão, bar de Piraporinha, na zona Sul de São Paulo, fazem poesia. É lá que se realiza o Sarau da Cooperativa Cultural da Periferia (Cooperifa) criado por Sérgio Vaz, poeta, como não poderia deixar de ser.
Sérgio está satisfeito com a adesão dos jovens da periferia ao projeto que, além de recebê-los no bar, vai até as salas de aula das escolas públicas da região, conforme afirmou no “Quem Faz São Paulo”. A entrevista completa com Sérgio Vaz você ouve na página da CBN sobre o aniversário de São Paulo.
No dia 25 de janeiro, você assiste, ao vivo, o CBN São Paulo, no Pátio do Colégio, em homenagem aos 454 anos da cidade
Conte Sua História de São Paulo: A minha Oscar Freire
O desfile na Oscar Freire era do amolador de facas, da charrete do padeiro e do homem do doce. Muito diferente do que assistimos atualmente, como relata a ouvinte-internauta Sylvia Belinky em mais um capítulo do "Conte Sua História de São Paulo":
Você acessa diariamente neste blog textos que foram ao ar no programa “Conte Sua História de São Paulo”, nas edições de sábado do CBN SP. Participe enviando seu texto para contesuahistoria@cbn.com.br.
Por Christian Wirthmann Ouvinte-internauta do CBN SP
Carro foi multado porque ladrão dirigia falando ao celular
“Como estou orgulhoso de viver em um país como o Brasil”. Adoraria dizer esta frase para todos os meus amigos, tanto daqui quanto do exterior. O quanto seria gratificante estar em uma terra “abençoada por Deus”, com tantas virtudes geográficas. Mas, infelizmente, tenho que admitir que a cada dia me decepciono mais e mais. Ainda lembro-me do dia em que dois ladrões entraram em minha empresa, levaram equipamentos, dinheiro e meu carro. Confesso que eram bem educados e consegui até “negociar”, não deixando levar a cadeira infantil de meu filho. Ainda feliz, contei para meus amigos. Fiz o boletim de ocorrência e avisei minha seguradora (sem contar que assim que os ladrões saíram do estabelecimento, liguei imediatamente para 190, crente que uma viatura pudesse pegá-los na esquina do Campo Belo, região nobre de São Paulo). Como é de praxe, o Detran paulistano é automaticamente avisado e restringe qualquer transferência do chassi e placa.
Após longos anos, cá estou em casa e recebo uma multa no dia 12/12/2007 por “dirigir com fones nos ouvidos ou telefone celular” em meu carro roubado há pelo menos três anos. Incrível! Aí me pergunto dezenas de questões sem respostas. Por que emitiram uma multa se o próprio Detran possui o registro do roubo? Será que é em outro estado ? Deixe-me ver. Opa ! a infração ocorreu no Tatuapé, zona leste de São Paulo. Por que será que não resgataram esse veículo até hoje, ainda mais em uma região tão populosa da cidade? Fica ao lado do shopping Metrô-Tatuapé, mais um motivo para haver policiamento e “blitz”. Por que será que ao invés de fazer grandes ações para apreender os veículos, eles preferem pegar aqueles com placas de outros estados, com os vidros escurecidos, com engate para reboque, etc? Não que estes veículos não devessem ser restringidos, porém, desde pequeno, aprendi que devemos combater primeiro os problemas realmente grandes e prioritários. Logo imagino que prender os ladrões de veículos não é algo prioritário neste país. Melhor arrecadar mais dinheiro, modernizar e fiscalizar as fraudes.
Todo ano reclamamos e quase nunca fazemos nada. Vejo esse país à margem da corrupção e de interesses próprios. Um país sem destino e sem rumo, longe da cidadania, da cultura e dos bons costumes.
Caro Detran, só para avisá-los que, além de encaminhar minha defesa a vocês, encaminho também essa documentação a todos os órgãos públicos, à minha seguradora (a qual tem o maior interesse, afinal o carro a pertence) e a mídia em geral.
Grato por reafirmarem o quão incompetente e distante estamos de termos “orgulho de ser brasileiro”.
Brincadeira que chega de uma cidade de Goiás, já passou pelo e-mail de um turma do Rio e foi parar na caixa de correio do Douglas Ritter, nosso colega na redação e dos poucos colorados boa gente que conheço. A imagem forja novo modelo de atendimento ao cliente nas agências bancárias. Os correntistas ainda ficam na fila do lado de fora, mas o índice de reclamação teria caído a zero.
Ai, que preguiça! Dei uma lida nas listas de resoluções e regras para o ano novo, em jornais e revistas, e cansei. Não é regra demais, não? Tudo o que é bom é ilegal, imoral ou engorda. Alguém já disse isso em letra de música, mas não me lembro quem foi, e nem vou procurar. Vou aproveitar meus últimos momentos de férias curtas, antes das férias longas, e atirar o corpo na espreguiçadeira do terraço. Vou ficar bem quietinha olhando as flores, ouvindo e flertando com os passarinhos que vêm tomar banho sem medo, na minha fonte com cara de leão, e que me olham como se eu fizesse parte da paisagem. E faço.
Ano passado trabalhei feito gente grande. Não bebo, e minha alimentação é saudável. Passei horas intermináveis na frente do computador e pouquíssimas na frente do espelho; li muito, estudei até envesgar, cultivei, reguei e cuidei das plantas do jardim e da minha plantação de amigos, e fui recompensada por elas e por eles, quase sempre na mesma medida. Ora mais, ora menos. Meditei bastante, porque ninguém é de ferro, e no final, apesar de ter sido uma boa menina, estressei e adoeci. Dois mil e sete foi ano ímpar. Pois bem, quem sabe devo trabalhar nos anos ímpares, dando corda na vida, e então, nos anos pares, esparramar meu corpo na poltrona mais próxima e ver a vida passar, e me cansar só de pensar.
Hoje em dia, faço menos questão de ter razão e certezas. Sei, por experiência vivida e sentida, que quanto mais a gente briga para ter razão, menos razão a gente acaba tendo. Ouvir mais do que falar, faz sentido; sonhar e amar sempre, e muito, mesmo sem ser amada e nem sonhada de volta, estar mais perto das pessoas que admiro e respeito e dar de ombros para as outras, nos momentos em que não puder escapar de engolir suas presenças, também faz.
Dois mil e oito nem sabe que é dois mil e oito. A gente começou resolvendo contar os sóis e as luas e aí endoidou de vez e criou essa divisão toda. E o sol e a lua, sempre fieis, continuam fazendo o que vieram ao mundo para fazer. Sem vacilar, nem questionar. Talvez a solução seja olhar mais para o céu, ir lá para o alto da montanha do meu filho, brincar com meus netos e, deitada na grama, contar estrelas com eles, ouvir suas histórias e contar outras tantas.
Uma coisa é certa, estressada ou não, cansada ou não, com medo ou sem medo, acuada ou acolhida, amo a vida. Já passou pela minha cabeça a questão de parar, descer desse trem e buscar o descanso eterno, mas acho que foi só para experimentar o pensamento. Sou curiosa, e quero sentir tudo. Nasci para viver. Nasci para cumprir a minha parte, assim como a lua e o sol nasceram para cumprir a sua.
Então, depois dessa reflexão, sem dúvida nenhuma, decidi levantar da espreguiçadeira e continuar dando corda na vida. E você?
Pense nisso, e até a semana que vem.
Maria Lucia Solla é professora, terapeuta e autora do livro “De bem com a vida mesmo que doa”, lançado pela editora Libratrês. Aos domingos, está neste blog com textos sobre o cotidiano
Perdoe-me se a palavra assusta, mas apenas reproduzo o que está no título do texto de abertura do blog do jornalista argentino Julian Gallo, na sexta-feira. Ele descreve a reação de uma italiana de 70 anos que faz parte do grupo de turistas que tenta embarcar de volta ao país, após visitar Buenos Aires.
A imagem que você vê acima é da italianada p. da vida com a bagunça no aeroporto de Ezeiza. Eles estavam esperando para seguir viagem há 18 horas, sem ar condicionado e suportando temperaturas muito altas.
Gallo, por sua vez, está preocupado com a imagem que os turistas levam da Argentina. A confusão, que lembra os "maus momentos" do apagão aéreo brasileiro, pode atingir um dos principais negócios do país: o turismo. Segundo nota no blog Mirá, este é o terceiro setor exportador argentino, superando carnes, cereais e petróleo.
Os momentos mais simples se transformam em verso no olhar de Mário Quintana como nesta poesia que você vai ouvir na voz de Milton Ferretti Jung, que por 10 anos apresentou o programa Quintanares, na Rádio Guaíba de Porto Alegre. A partir desta semana, toda terça e sábado, o nosso blog compartilha com você trechos do programa que fazem parte do arquivo pessoal do jornalista:
Para saber um pouco mais sobre este novo quadro leia a nota “Quintanares, um registro histórico do poeta da família”, do dia 8 de janeiro, rolando a página para baixo.
Do menino de Catanduva que assistia ao cinema na praça ao sargento que projeta filmes ao ar livre na Vila Guilherme se passaram uns 30 anos. A motivação, porém, é a mesma pelo que se pode constatar na conversa com o sargento da PM Luiz Carlos Pereira, personagem do quadro “Quem Faz São Paulo”, em homenagem ao aniversário da capital paulista.
Quando o sargento implantou o cinema na praça Oscar da Silva o projetor era emprestado, a tela era um banner da farmácia vizinha pendurado na árvore, e o som saía do “três em um”. Hoje, com trabalho reconhecido pelos moradores da região e premiado em concurso do Instituto Sou da Paz, a infra-estrutura melhorou bastante: projetor, som e cadeiras compradas pela base da PM que fica na praça e o telão foi doado por empresas.
Para saber mais sobre o trabalho do sargento Luiz Carlos Pereira visite a página da CBN especial sobre o aniversário de São Paulo. No dia 25 de janeiro, sexta-feira, o CBN SP será apresentado, ao vivo, com atrações artísticas no Pátio do Colégio.
As motos estão no olho do furacão. No Rio, o governador Sérgio Cabral quer proibir o carona nas motocicletas para “combater a violência”. A idéia que ganhou força com o assalto que quase matou o filho do médio Lído Toledo já havia sido discutida na Câmara Municipal de São Paulo e aprovada pelos vereadores. Não virou lei porque a prefeita na época Martha Suplicy vetou. Agora, a turma quer derrubar o veto para “solucionar” o problema da violência.
Parece-me mais produtiva a fiscalização que o governo fluminense decidiu implantar para verificar documentação dos motociclistas que, ontem (10/01), parou mais de 1.700 motos e apreendeu 300.
A dor de cabeça dos motociclistas não se resume as idéias estapafúrdias dos agentes públicos, neste início de ano. A nova regra para a circulação que impõe o uso de selo do Inmetro e faixas luminosas no capacete não só aumenta o custo do pessoal como criou um problema extra: falta material disponível para que a lei seja cumprida.
O que dói no bolso, também, é o aumento de 38% no valor do seguro obrigatório para as motocicletas que tem de ser pago neste início de ano. Sobre este assunto tem informações extras nas notas mais abaixo do blog.
Não agüento mais minha namorada, diariamente falando de você! Preciso ficar tão lindo e com essa voz sensual, senão ela se manda !!!!! A propósito, quando você dorme? Tenho um carro legal, e ela só fala na sua Kombi. De madrugada, tua voz está no rádio; à noite, seu rosto faceiro está na TV. Não agüento maisss!!!
Me ajuda!!! Tire férias!!!!
Abraços do seu concorrente
F.E. “
A mensagem acima foi recebida pelo CBN São Paulo e repassada, através deste blog, ao Heródoto “Arrebenta Coração” Barbeiro. O nome do autor foi preservado por motivos óbvios. Aguardamos uma resposta do mestre.
Da caçamba irregular – e nada nos garante que as regulares sejam diferentes – o entulho vai parar em alguma esquina, praça, calçada ou terreno baldio da cidade, como é possível notar nesta fotografia feita pelo ouvinte-internauta Daniel Aveiro. Segundo ele é preciso cuidado na hora de contratar o serviço dessas empresa, conforme chamamos atenção na coluna “foto-ouvinte”de ontem (dia 9/1). “
“Essa magnífica falta de educação e de bom censo por parte dos moradores, está na Rua Cristóvão de Salamanca em Itaquera”, informa Daniel.
“RECIFE - A cirurgia de implante de cabelo do o ex-ministro José Dirceu terminou agora no hospital Memorial São José, em Recife, mas ele deverá permanecer internado até amanhã. Segundo o médico Fernando Bastos, responsável pelo implante capilar de Dirceu, foram transplantados 6.710 fios de uma área do couro cabeludo para a área de calvície. Segundo ele, o método utilizado é um dos mais modernos: a técnica de unidadeS foliculares. Bastos disse ainda que deverá levar quatro meses para o nascimento de cabelo e a noção exata do resultado da cirurgia só será possível dentro de nove meses. Um dos motivos da cirurgia, segundo o médico, seria para cobrir uma cicatriz de 18cm que o ex-ministro tem na cabeça”.
“Conte Sua História”: Da Bartira ao Mato da Sumaré
A vida no sobrado da rua Bartira, em Perdizes, motivou o texto da ouvinte-internauta Neusa Longo, uma das que mais colaboraram com o “Conte Sua História de São Paulo desde seu surgimento:
Você acessa diariamente neste blog textos que foram ao ar no programa “Conte Sua História de São Paulo”, nas edições de sábado do CBN SP. Participe enviando seu texto para contesuahistoria@cbn.com.br.
O caso do promotor que matou com 11 tiros um motociclista, no fim de semana, em São Paulo chama atenção para o envolvimento dos integrantes do Ministério Público em situações de violência. Um dos mais famosos é Igor Ferreira da Silva que matou a mulher, grávida, e foi condenado a mais de 16 de prisão. Até hoje não foi encontrado pela polícia. O repórter Adamo Bazani foi pesquisar para saber o que aconteceu com os promotores que ganharam destaque no noticiário suspeitos de homicídios:
Daniela "Palhaça" Biancardi: Da África às favelas paulistas
Nenhuma criança sem sorriso é o lema adotado pela paulista Daniela Biancardi que, após quatro anos estudando e trabalhando com teatro circense no exterior, desenvolve atividades com crianças e adultos em favelas de São Paulo. O resultado chamou atenção da ONG Palhaços Sem Fronteira que a convidou a participar de missão na África, no ano passado. Por aqui, a artista não apenas faz sorrir como ensina. Na entrevista ao CBN SP, no quadro "Quem Faz São Paulo", Daniela disse que no contato com jovens e adultos discute temas próprios de cada comunidade, além de preparar estudantes para atuarem como artistas.
Você pode acompanhar as reportagens da série sobre o aniversário de São Paulo na página da CBN. E no dia 25 de janeiro, o CBN SP estará, ao vivo, no Pátio do Colégio, com atrações musicais e artísiticas.
Conexão RJ-SP: Juiz proíbe notícia de rapazes condenados
O juiz Joaquim Domingos de Almeida Neto, do 9º Juizadao Especial Criminal proibiu dez veículos de comunicação do Rio de veicular imagens de três estudantes detidos por agressão a prostitutas na Barra.
Em São Paulo, recentemente, tivemos o caso de um juiz que se antecipou aos fatos e antes mesmo de os jornalistas saberem o que estava ocorrendo com ele chegou a redação uma determinação da justiça proibindo a divulgação da notícia. Neste caso do Rio, a notícia já foi divulgada, a imagem e o nome dos rapazes condenados, também. Portanto, o efeito da decisão é menor, mesmo porque o fato cairia na gaveta das notícias esquecidas e velhas não fosse a publicidade que a decisão judicial, tardia, tivesse dado, agora, ao caso dos jovens que agrediram uma mulher com jatos de extintor de incêndio.
No meio jurídico a proibição é defendida por juristas renomados que alegam o direito a imagem dos condenados, mas se choca com partidários da idéia de que o direito a informação é constitucional, também. Dúvida que já chegou muitas vezes ao STJ.
Neste embate, o que o cidadão tem de comemorar é que no caso dos jovens em questão houve justiça com a condenação dos culpados, uma prática que nem sempre se repete no País. E talvez por isso mesmo a divulgação do fato deveria ser de interesse da Justiça, mas não é o que entende um de seus magistrados.
Clique na foto e veja mais imagens desta denúncia, além de álbuns do blog
A caçamba “estacionada” de maneira irregular na esquina da rua Girassol com a Rodésia, na Vila Madalena, em São Paulo, se constitui em perigo para para pedestres e motoristas, além de atrapalhar a saída da garagem e a passagem de carros. A imagem foi feita pelo ouvinte-internauta do CBN SP Sílvio Soledade incomodado com o desrespeito de algumas empresas que exploram o serviço de caçamba na cidade.
O nome grafado na caçamba é da empresa Camila Comércio de Areia e Pedra LTDA ME, não foi encontrada na lista de prestadoras de serviço autorizadas pelo Limpurb e o prazo de validade do cadastro está vencido há mais de um ano.
Ao contratar os serviços destas empresas, na capital paulista, verifique se está na lista das cerca de 400 autorizadas pelo Limpurb, se a caçamba está sinalizada e solicite comprovante do aterro onde a empresa costuma levar o entulho recolhido. Caso contrario é bem possível que o material retirado da sua casa vá parar dentro do córrego mais próximo.
No carro, na bicicleta ou puxando a carroça, o paulistano compete pelo pouco espaço que resta no congestionamento do fim da tarde. Um tema que motivou o texto da ouvinte-internauta Celisa Maria:
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Motos ficam com mais da metade do seguro obrigatório
Os acidentes envolvendo motocicletas têm sido responsáveis por 53% das indenizações pagas através do seguro obrigatório. De acordo com o consórcio que administra os recursos provenientes do Dpvat, este seria o motivo para o reajuste de 38% no valor cobrado dos donos de motocicletas, neste ano. Em 2007, os motociclistas tiveram de desembolsar R$ 183,84. Agora, em janeiro, terão de pagar R$ 254,67.
O diretor-presidente da seguradora líder dos consórcios do seguro Dpvat, Ricardo Xavier, falou ao CBN São Paulo:
Em caso de dúvidas sobre o pagamento do seguro obrigatório ligue para 0800 221204 ou acesse a página www.dpvatseguro.com.br.
Castelo na Escócia grafitado pelos irmãos paulistanos
Otávio e Gustavo Pandolfo são gêmeos, condição que se transformou em nome próprio a partir do reconhecimento da arte que realizam desde os 12 anos. São grafiteiros que se iniciaram na parede do quarto da casa no bairro do Cambuci. Recentemente estiveram na Escócia convidados para grafitar um castelo. Hoje, atuam muito mais no exterior do que propriamente em São Paulo, onde muitos dos seus trabalhos se transformaram em cinza, cor usada pela prefeitura para apagar os desenhos realizados pelos artistas.
Os irmãos dizem que o grafite já é reconhecido na cidade como arte e traz para a capital paulista uma série de artistas estrangeiros, por isso não entendem o comportamento da prefeitura.
Na entrevista ao quadro “Quem Faz São Paulo”, os Gêmeos contaram qual foi a reação dos pais quando viram o quarto totalmente grafitado e o que os professores na sala de aula cobravam deles. Você ouve a reportagem completa na página da CBN sobre o aniversário de São Paulo.
No dia 25 de janeiro, sexta-feira, você acompanha o CBN São Paulo, ao vivo, no Pátio do Colégio.