Sem paciência, Kassab vai acabar com faixa de motos
Um dia de experiência foi suficiente para o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), tirar suas conclusões sobre a eficiência da faixa exclusiva de motos na avenida 23 de Maio: não funciona. A técnica da CET responsável pela segurança de trânsito na cidade acabara de dizer no CBN SP que era muito cedo para fazer uma avaliação (ouça entrevista na nota abaixo), quando o prefeito em entrevista aos repórteres que cobriram manifestação do DEM em favor da candidatura dele à reeleição anunciou que a pista exclusiva não estava tendo uma boa avaliação e não deveria ter seqüência.
A decisão vai de encontro ao que pensa o Sindicato dos Motoboys, conforme entrevista reproduzida logo abaixo, e se transformará em munição para novos protestos, já que das medidas anunciadas pela prefeitura a única que tinha o apoio da categoria era a criação das pistas exclusivas para moto.
Nas férias de inverno, o prefeito Gilberto Kassab já havia demonstrado que as ações de trânsito na capital são adotadas sem muita reflexão. Teve de voltar atrás da decisão pessoal de suspender o rodízio em julho porque os índices de congestionamento eram cada vez maiores.
O vai-e-vem coloca em xeque, também, a capacidade e autoridade do presidente da CET Roberto Scaringela.
As marginais Pinheiros e Tietê são as que concentram o maior número de motoqueiros mortos na cidade de São Paulo, cerca de 10%, em 2007, mas os acidentes fatais ocorrem em todas as avenidas e regiões da capital paulista. Mesmo assim, a gestora de segurança de trânsito da CET, Heloísa Martins, defende a proibição da circulação de motos na pista expressa da Marginal Tietê, conforme anunciado na semana passada. Para ela, um corredor exclusivo nas marginais não seria viável.
Na entrevista ao CBN SP, ela falou da possibilidade da ampliação da faixa exclusiva de motos, hoje em apenas um trecho da 23 de Maio, para todo o corredor Norte-Sul:
A extensão da faixa exclusiva na 23 de Maio para todo o corredor Norte-Sul, a criação de corredores nas marginais e o estreitamento das pistas para não prejudicar o tráfego de carros. Estas são algumas das propostas que serão apresentadas pelo Sindicato dos Motoboys de São Paulo ao secretário de Transportes da cidade, Alexandre de Moraes.
Gilberto Almeida, presidente da entidade, falou das mudanças no tráfego de motos no CBN SP:
Fabiana Cozza, Língua de Trapo e Menestréis no CBN SP
A MPB muito bem representada na festa de aniversário da cidade
Três estilos diferentes vão se encontrar na próxima sexta-feira, dia 25/01, no CBN SP especial em homenagem aos 454 anos de São Paulo, no Pátio do Colégio. Uma das atrações é Fabiana Cozza, paulistana, que fala da relação dela com a cidade e vai mostrar porque foi considerada um dos destaque da MPB no ano passado.
A banda Língua de Trapo que desde os anos 1980 canta o cotidiano da capital paulista em letras cheias de irreverência e bom humor se juntará aos convidados. E completará a festa o grupo Menestréis Paulistanos que marcam presença com a música dos imigrantes que chegaram a cidade.
O programa começa às nove e meia da manhã e o Pátio do Colégio, no centro da cidade, estará aberto para receber os ouvintes do CBN São Paulo.
A vida é tão bela que chega a dar medo, diz Mário Quintana neste poema-recado aos adolescentes. A interpretação é de Milton Ferretti Jung que apresentou o programa Quintanares, na Rádio Guaíba de Porto Alegre, por 10 anos. Gravações do arquivo familiar são reproduzidas neste blog terças e sábados:
A fumaça resulta do trabalho de uma das fábricas que integram o Pólo Petroquímico de Mauá, cidade que vem enfrentando problemas ambientais sem que alguma autoridade ofereça aos moradores resposta concreta. Há alguns anos, as casas da região ficam cobertas por fuligem preta que a Cetesb é incapaz de descobrir a causa, conforme reportagem feita no ano passado pelo CBN SP.
A imagem é do ouvinte-internauta Nilton que pergunta: “Dá para duvidar da origem do pó preto ?”
Da janela do apartamento, o ouvinte-internauta Rodrigo Dias Barbosa avista os telhados das casas que resistem no bairro de Parada Inglesa, na zona Norte de São Paulo. E o que ele vê não lhe dá tranqüilidade: caixas d’água descobertas que se transformam em “aeroporto de mosquito”. Rodrigo reclamou à prefeitura, um morador forjou a cobertura da caixa com plástico preto, mas o problema persiste. Ele tentou mais uma vez na prefeitura, mas até agora não houve resposta. O temor do Rodrigo é que as caixas virem criadouro do mosquito da dengue.
Um cidadão que sempre esteve prestes a fugir da rotina ou da pressão, mas que nunca foi muito longe, mesmo em sua imaginação. É o que conta o ouvinte-internauta Sérgio Bragate – de freqüentes participações neste quadro - na história que você vai ouvir agora:
Você acessa diariamente neste blog textos que foram ao ar no programa “Conte Sua História de São Paulo”, nas edições de sábado do CBN SP. Participe enviando seu texto para contesuahistoria@cbn.com.br.
O ouvinte-internauta que identificou-se apenas com o primeiro nome, Francisco, esteve no início do ano em Montevideo, no Uruguai, e se deparou com o veículo acima. Logo lembrou-se do professor Heródoto Barbeiro e soube através de um flanelinha (“lá também tem”, escreve ele) que o dono era um senhor de idade, com voz de Carlos Gardel, e cabelo encarnado.
Fechado no início do ano (03/01), um dos mais conhecidos pubs a cidade usa de sua popularidade para pressionar a prefeitura a permitir o funcionamento do bar na Alameda Itu, bairro de Cerqueira César. A falta de alvará de funcionamento e outras irregularidades foram apresentadas pela Subprefeitura de Pinheiro para interditar o local freqüentado por jovens em busca de som irlandês, cervejas variadas e gente bonita. Desde a semana passada, os proprietários divulgam abaixo-assinado em que pedem apoio dos clientes e da população. Na nota que se encontra no site do pub tem uma relação de endereços eletrônicos para onde o pessoal pode escrever o que explica a enxurrada de mensagens que caíram na minha caixa postal. A região, próxima da Consolação, é alvo de reclamações de moradores pelo barulho e movimento intenso durante a noite e madrugada. Reproduzo a mensagem do pub e a resposta do subprefeito Nilton Elias Nachle. E sugiro uma visita na página que tem o abaixo-assinado para que você copie os endereços colocados à disposição. Podem ser bastante úteis para reclamar problemas na sua região.
O'Malley's: Prefeitura quer quebrar a empresa
“Após 15 semanas de tentativas com a prefeitura para reabrir O'Malley's, chegamos à conclusão que não há nenhuma vontade ou inclinação por parte das autoridades em colaborar, orientar ou ajudar.
Até agora, na tentativa de resolver a situação não fizemos barulho. Desistimos da nossa ação na justiça e tentamos atender as solicitações da subprefeitura de Pinheiros. A subprefeitura sinalizou que desinterditaria O'Malley's em Novembro. Como consequencia, renovamos contratos, pagamos salarios, refizemos estoques. Infelizmente e inexplicadamente, a subprefeitura mudou de idéia, aumentando ainda mais o prejuízo. Agora a perspectiva prometida seria de fechar as interligações entre os imóveis do estabelecimento, pedir regularização (sem prazo ou garantia de regularização) e depois entrar com outro processo para poder reabrir as interligações (de novo, sem prazo ou garantia de regularização). Quer dizer, dar uma volta enorme e fútil para voltar ao ponto aonde estavamos antes do fechamento. E expectativa deles, imagino, é que até então, quebraria a empresa.
Não sabemos do motivo real da postura da prefeitura mas sabemos que não se trata somente da "falta de alvará de funcionamento" por que se fosse, teriam fechado, sob pena de prevaricação quase todo comércio na cidade de São Paulo. Tambem não é a algazarra na rua que sabidamente e comprovadamente nunca foi causada pelo bar. O próprio Ministério Público avisou a prefeitura que a causa da comoção na rua era outro estabelecimento, que continua aberto.
Agora, só nós resta chamar atenção ao problema com o maior número de autoridades e com a mídia. Portanto, pedimos que todos enviem o maior número de e-mails reclamando da situação aos endereços abaixo listados. Escrevam do seu jeito, mas não deixem de mandar a todos estes e a outros que acharem pertinente.
Agradeço antecipadamente o apoio, Ali Visserman O'Malley's”
Subprefeito: Reabertura depende do dono do pub
“ Desde ontem tenho recebido inúmeros e-mails , imputando a PMSP , Subprefeitura de Pinheiros a responsabilidade na não reabertura deste local , a regularização do imóvel depende única e exclusivamente do proprietário , segue abaixo histórico
Para o local foram protocolados em 2003 quatro processos independentes referente a "Anistias" individuais para cada imóvel,que são:
200310040538 indeferido em 17/03/05,29/03/06 e 26/09/07 constando agora reconsideração de despacho em analise: 200310040546 indeferido nas mesmas datas: 200310040570 indeferido nas mesmas datas: 200310040597 indeferido nas mesmas datas.
O motivo dos indeferimentos foi a união física dos imóveis, pois nas plantas e declarações constante nas mesmas os imóveis não são unidos e é declarado em plantas que as mesmas são fieis ao existente em 2003, o que de fato não é verdadeiro. Os referidos processos estão sendo analisados e foi por varias vezes foi orientado aos representantes do estabelecimento que compareceram a esta Sub Prefeitura,para separarem os imóveis fisicamente para que os mesmos possam ser regularizados conforme as leis vigentes que regulamentam o assunto. Cabe salientar que os processos devido a ação impetrada pelos proprietários ,foram remetidos à JUD ,que determina a apuração real dos fatos e veracidade das informações.Os processos estão aguardando plantas com as devidas correções.
Desde 2004 existe processo de Parte fiscal aberto por falta de Licença de Funcionamento e devido ao grande numero de reclamações dos vizinhos e também pelo indeferimento dos processos acima citados conforme orientação de Jud o estabelecimento foi lacrado.
Pela legislação vigente para haver a deslacração é necessário que as irregularidades apontadas sejam sanadas o que não aconteceu ate o momento.
“A menos de um quilômetro do cartão-postal de São Paulo, a Avenida Paulista, seguem imponentes dois outdoors em minha rua. Um monumento ao desleixo da fiscalização do Cidade Limpa”. O texto, assim como a imagem, é do ouvinte-internauta Diego Gazola que mora na rua Cardeal Leme, onde sobrevivem os cartazes de rua.
Hoje é domingo, e chove. É quase o mesmo que usar camisa xadrez, casaco listrado e calça de bolinhas. Simplesmente não combina. Se fosse sábado ainda vá lá, que é dia regido pelo planeta Saturno, taciturno por natureza. Mas domingo é regido pelo Sol, e chuva definitivamente não combina. Especialmente essa que, feito visita inoportuna, não sabe a hora de ir embora. Quando a gente lê que a personagem do romance vestiu as roupas de domingo, nunca a imagina vestida com capa e galocha, lutando contra o vento que insiste em virar-lhe o guarda-chuva do avesso.
Quando o sol não dá o ar da graça, fico imaginando que foi se encontrar com a lua, e perdeu a hora. Sei que não é verdade, mas faz bem acreditar, assim como faz bem, às crianças, acreditar em Papai Noel. Quem é que não gostaria que a vida fosse certinha, como episódios de antigos enlatados norte-americanos, onde a família perfeita e feliz morava numa linda casa com jardim florido, mamãe vestida de mamãe e papai vestido de papai. Quem é que não gostaria que sempre fizesse sol aos domingos, que chovesse à noite, entre três e seis da manhã, enquanto a gente sonhasse sonhos que se tornariam realidade ao abrir dos olhos.
Fico pensando, como é que a gente escolhe o que vai entesourar na caixa de memórias e de sonhos. Quais as impressões que nos marcam de forma positiva e quais as que doem só de tentarem escapulir dali. O que é que nos faz românticos, mesmo tendo sido criados por uma família onde não havia espaço para o romantismo, nem de noite e nem de dia? Mistério. Românticos ou não, ignoramos o hoje e vivemos de nostalgia e de esperança, gêmeas siamesas ligadas pela coluna vertebral. Uma suspirando pelo que já foi e a outra pelo que virá.
E então, me espreguiço, depois de olhar a chuva cair e deixar a mente livre e solta. Retomo a leitura do jornal e encontro fotos das duas ex-reféns das FARC - Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia -, que ficaram seis anos em poder do grupo facínora, narco-terrorista e fora-da-lei. Clara e Consuelo. Quem mais me comove é Clara, que teve um filho no cativeiro, em plena selva, levado pelos bandidos aos oito meses de idade, doente e com um bracinho quebrado no parto, e que nunca mais foi devolvido a ela. O menino já foi localizado, tem três anos e oito meses, e quero crer que se reunirão, e que a vida e o tempo vão se incumbir de colocar as peças de seu quebra-cabeça, nos seus devidos lugares. Entre outras atrocidades, Clara conta que muitos dos seqüestrados ficam desumanamente acorrentados uns aos outros, pelo pescoço, como punição por desobediência, ou por tentativa de fuga. Fico fascinada olhando as fotos. Clara e Consuelo sorriem porque parte do pesadelo terminou para elas. Foram libertadas numa manobra bem planejada, para beneficiar e fortalecer a imagem de um delinqüente, cúmplice dos bandidos, e muito amigo do presidente do nosso país. Calcula-se que hoje ainda haja mais de setecentas pessoas seqüestradas e mantidas em poder desses indivíduos. Marginais, seqüestradores e torturadores. E eu aqui choramingando a falta do sol!
Pense nisso, e até a semana que vem.
Maria Lucia Solla é professora, terapeuta e autora do livro “De bem com a vida mesmo que doa”, lançado pela editora Libratrês. Aos domingos, está neste blog com textos sobre o cotidiano
Grêmio 3 x 0 XV de Campo Bom Campeonato Gaúcho, 1a rodada
A partir deste sábado, a coluna "Avalanche Tricolor" ganha espaço neste blog com o objetivo de ser o post esportivo menos imparcial possível. Falarei da saga do Grêmio no ano de 2008. Para o Grêmio, jogos de futebol, campeonatos e copas, sempre se transformam em uma saga. Sejam bons ou maus os resultados, a intenção é mostrar que o planeta Terra seguirá girando e o Grêmio continuará grande.
Por mais parcial que seja, o espaço está aberto para a turma do blog deixar o seu comentário sobre as coisas que acontecem no esporte - se você for colorado corre o risco de ter seu comentário apagado, mas vale a tentativa.
Vamos aproveitar o sábado para mais um passeio na Rua dos Cataventos, de Mário Quintana, acompanhado pela interpretação de Milton Ferretti Jung:
Esta gravação integra arquivo pessoal no qual estão algumas das edições do programa Quintanares, apresentado por 10 anos, na Rádio Guaíba de Porto Alegre. Na nota “Mário Quintana: O Poeta da Família” você tem outras informações.
Pouco depois das 7 da manhã, o repórter Fernando Andrade da CBN estava na estação de Metrô ao lado dos passageiros que sofriam na fila por uma falha técnica em uma das composições. Foi a quarta em 18 dias. E a diretoria atual da Companhia do Metrô segue culpando o governo passado (colegas de partido, lembre-se disso) por não ter investido na compra de novos trens.
Eram 11 horas da manhã e o repórter Fernando Andrade da CBN estava diante da prefeitura de São Paulo acompanhando os motoboys que fizeram manifestação durante toda a manhã e início da tarde para impedir a restrição de circular na pista expressa das marginais e acabar com as regras que os obrigam a usar alguns equipamentos de segurança.
Eram duas da tarde quando o repórter Fernando Andrade da CBN estava de volta a redação e enviou as duas imagens acima para dividir com você um Dia de Cão. Da cidade, é lógico.
A manifestação dos motoboys de São Paulo atravancou o caminho dos paulistas, nesta sexta-feira. O ouvinte-internauta Luiz Gustavo Moraes da Cunha registrou esta imagem quando parte do grupo passava pela Av. Brigadeiro Luiz Antonio.
Um dos casos mais retumbantes das últimas semanas, em São Paulo, foi o roubou dos quadros do Masp. E a suspeita do envolvimento de um jovem de classe média é forte como tem mostrado a polícia. Na tela do cinema, aqui em São Paulo, aí no Rio, no Brasil todo, temos "Meu Nome Não É Johny", filme dirigido por Mauro Lima. O personagem de Selton Melo, João Estrela, era de classe média, de usuário passou a vender droga, isso lá por 1980. A presença de jovens em diferentes tipos de crime é freqüente e muitas vezes difícil de explicar quando se verifica a formação escolar, a existência de uma família constituída, a ausência dos fatores que o senso comum compreende como sendo aqueles que levam a uma vida violenta. E isso leva a uma distorção na própria cobertura jornalística sobre os casos.
Um estudo recentemente apresentado pela professora do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Pernambuco Maria de Fátima Sousa Santos mostra que nas reportagens avaliadas por ela em que aparecia jovem de classe baixa envolvido em crime, a abordagem era objetiva, muitas vezes sequer o nome dele era citado. Pior, é que mesmo quando este rapaz aparecesse como vítima também havia um peso de culpa por este estar envolvido em um caso de violência. Por outro lado, quando o violento é de classe média, mostrou este trabalho da professora, o tratamento era mais humanizado. Não apenas o crime aparecia no noticiário, mas também a reação de transtorno e revolta da família e a intervenção de uma autoridade local no caso.
Ou seja, ainda temos muito a aprender para que estas situações não se repitam com esta freqüência constrangedora.
Deixar o carro em casa é mesmo tarefa das mais complicadas, mesmo que aumente o investimento e o planejamento na área de transporte público. Haja vista, a resposta de alguns dos ouvintes-internautas que aceitaram responder seis das muitas perguntas elaboradas pelo Ibope e reproduzidas neste blog para pesquisa encomendada pelo Movimento Nossa São Paulo.
Para um dos participantes, que não deixou seu nome registrado, “o paulistano gosta de ficar segregado dentro de suas máquinas poluidoras nas ruas da cidade”. Houve quem, sem pestanejar, tascou um não – não troco meu carro pelo ônibus, pelo metrô, seja lá pelo que for. A falta de credibilidade no sistema parece ser um dos problemas.
Ivone Rocha, orgulhosa de ser paulistana “apesar de tudo”, conta que já trocou. Desde que o metrô passa próximo da casa dela, abandonou o carro na garagem. O Washington, também. Não pelo ônibus, pela moto, alternativa para encarar o trânsito na capital paulista. Este trânsito, aliás, é que impede o Fábio de sentir orgulho por morar em São Paulo.
Aos ouvintes-internautas que leram a nota, um esclarecimento: estas são apenas algumas das questões feitas pelo Ibope de um total de 200 itens que foram analisados. Por isso, Kilder e Roberto, não precisam se preocupar que tanto os ciclistas como os pedestres estão em análise, também, neste trabalho que será apresentado daqui uma semana.