“Fora esta vergonha do suplente de Senador que só agora estão pensando (só pensando) em alterar, deveriam ir um pouco mais fundo:
1. Caso um deputado, vereador ou senador tenha interesse em concorrer algum outro cargo qualquer ou mesmo seja convidado para assumir alguma pasta também de qualquer governo, o mesmo deveria perder seu mandato. Acabar com este negócio de ser candidato, perder e voltar para seu antigo mandato;
2. Nossos representantes deveriam ser obrigados a ir para um hospital público em vez de um hospital particular;
3. Deveriam ter direito apenas a nomear dois assessores e utilizar a máquina publica como apoio;
4. Deveriam pagar imposto de renda sobre todas as vantagens que tem em seus respectivos cargos (verbas para isto ou aquilo, moradia, etc ... é muito);
5. Deveriam ganhar no máximo R$ 15.000,00, até porque se acharem que é pouco vão procurar emprego na iniciativa privada;
6. Empresas públicas (Petrobrás e outras) deveriam apenas patrocinar projeto para melhoria da Saúde, Educação, Cultura, Saneamento Básico e não para clubes de futebol como o Flamengo.
A dificuldade para acordar muito cedo, o baixo rendimento dos alunos e a experiência como mãe e professora, levaram a diretora Rosângela Moura a inverter a grade de horário da Escola Estadual Francisco Brasiliense Fusco, na zona sul de São Paulo. Os adolescentesm da 5ª a 8ª séries passaram a estudar no período da tarde, enquanto as crianças da 1ª a 4ª séries vão a escola pela manhã.
Depois de convencer coordenadores de ensino, professores e pais, a diretora avalia que o resultado tem sido positivo. E você debate o assunto aqui no blog após ouvir a entrevista com Rosângela Moura que foi ao ar, no CBN São Paulo:
“ Apesar de o trânsito de hoje parecer o bug pelo qual um dia sairíamos de casa mas nunca mais retornaríamos com os nossos carros, haverá em breve uma salvação. Não é o pedágio urbano, nem a ampliação do rodízio, tampouco a volta de Jesus ao nosso mundo.
Será a tecnologia que deixará as ruas da cidade como um dia de domingo (domingo de alguns anos atrás, porque, hoje em dia, temos trânsito inclusive no fim de semana). Os trens do Metrô terão horário para saída e assentos vazios. Ônibus praticamente inexistiria.
Em breve os milhões de paulistanos não precisarão se dirigir a seus trabalhos. O escritório será nosso próprio lar. Bateremos nossos cartões de ponto virtualmente. Encontraremos nossos chefes e coelgas em uma conferência corporativa, e do home office desempenharemos nossas funções.
Nâo haverá os transtornos que nos obriga acordar duas horas antes, no mínimo, somente por conta do deslocamento até o trabalho. Este temo será reservado à nossa saúde que melhorará muito porque a palavra "estresse" será vocábulo existente apenas nos dicionários. Corolário disso, o trabalho será mais produtivo, promovendo o crescimento das empresas.
As duas horas gastas hoje após o término do expediente serão de dedicação à nossa família, mais estruturada. Por conta disso, e também por não haver mais pessoas nas ruas, os crimes diminuirão e será mais fácil e cômodo sobreviver do trabalho honesto que do crime.
Espero que o que aconteceu não tenha afetado minha sanidade mental!"
Os criticados motoboys que rodam em alta velocidade recebem do ouvinte-internauta Newton Ayres um olhar diferenciado. A atitude dele se justifica por uma velha paixão do autor de mais um capítulo do "Conte Sua História de São Paulo":
Saiba como encontrar o livro "Conte Sua História de São Paulo" acessando o site da Editora Globo. E envie a sua história para o endereço eletrônico contesuahistoria@cbn.com.br
Imagine-se arrumando as malas para passar um mês num país distante. Calcule o tempo necessário, pense se começaria a separar o que pretende levar com antecedência, ou se faria tudo de véspera. Imagine, também, que você mora sozinho e é o único responsável pelos pagamentos de contas e tudo o que envolve a administração da casa. Não estou de brincadeira, não, faça isso por alguns minutos. Elenque, mentalmente, o que levaria consigo e como deixaria as coisas organizadas, para não ser surpreendido, na volta, pelo caos absoluto. Garanto que é um exercício que vale a pena. Sinta o que é que não daria para deixar para traz. Quais livros, roupas, jóias, o computador. Seus brinquedinhos. Analise sua personalidade, se é mais para o social ou esportivo. Da sua casa inteirinha, só dá para levar duas malas que precisam se encaixar nas medidas e no peso determinado pelas companhias aéreas, e é com isso que você vai viver, por um mês.
Eu já deixei minha casa para traz, mais de uma vez, para morar longe, e da última foi por um tempo bem longo. O interessante desses deslocamentos é o dar-se conta de como se precisa de pouco para viver e ser feliz. Sediados em casa, no que chamamos de minha casa, a gente tende a criar raízes e a achar que tudo em volta é nosso, e que não se pode viver sem nem um alfinete que seja. Engano agudo, se por sorte não for crônico. Dá para viver, sim, e muitíssimo bem. O fato de dispor de espaço limitado, e ter que escolher o que levar, leva a pensar, optar por isto em vez daquilo, e avaliar cuidadosamente as próprias necessidades. Cada um é diferente, e não há receita de tamanho único.
A única coisa da qual tenho certeza, e que poderia oferecer como receita, é que o melhor é viajar leve, nas viagens e na vida. Se carregar muita coisa, a gente se transforma em escravo delas, tendo que arrastar um peso enorme e cuidar para que ninguém nos tire o que chamamos de nosso, a nossa bagagem. Nas viagens e na vida.
Sempre que meus filhos viajam, repito o mesmo conselho, feito disco riscado. Digo, filho, abra bem os olhos do corpo e os olhos da alma. Fotografar faz parte da nossa cultura, mas muitas vezes, enquanto a gente se preocupa em enquadrar bem uma cena, está perdendo tudo o que está fora do quadro. Equilíbrio, como sempre, é fundamental, e as fotos não devem exceder, em número, as situações em que a gente se deixa embeber pelo momento. Aquele momento em que se agradece pai e mãe por estar vivo e poder vivenciar a beleza, o sabor e a alegria de cada nova experiência.
Quando viajo, começo a descarregar meus pesos, antes da partida. Levo comigo o mínimo possível e parto de mãos dadas com a curiosidade que é assim comigo. Unha e carne. Quero viver a vida do povo do lugar, comer suas comidas, entender sua maneira de pensar e de sentir, e principalmente falar a sua língua. Observar e aprender.
Levo muito mais o que tenho em mim, do que aquilo que considero meu. Levo pensamentos, sentimentos, e emoções. Levo muito pouca saudade dos que ficam, porque na realidade, aqueles que amo não ficam. Estão comigo, sempre, onde eu estiver.
Fez o exercício? Chegou a alguma conclusão? E então?
Pense nisso, e até a semana que vem.
Maria Lucia Solla é professora, terapeuta e autora do livro “De bem com a vida mesmo que doa”, lançado pela editora Libratrês. Aos domingos, está neste blog com textos sobre o cotidiano
O azul da moça é para comemorar o Carnaval na Serra promovido, neste sábado, pelo Imortal Tricolor que, invicto, empatou com o time de Caxias do Sul, em jogo de muitos gols e um juiz que devia estar de mau humor por não poder desfilar na Sambódromo.
O otimismo do poeta raramente se expõe em sua criação e, por isso, ao ouvir "Aula Inaugural", na qual parece ser Mário Quintana o mestre a ensinar sua poética, é justificável que se desconfie das intenções dele ao convidar o leitor a dançar diante dos desafios. Parece querer debochar das situações com as quais temos de nos deparar.
Tire suas próprias conclusões em mais este texto de Quintanares, programa apresentado por 10 anos na Rádio Guaíba, de Porto Alegre, que reproduzo neste blog com a apresentação de Milton Ferretti Jung:
O programa que vai ao no CBN SP toda sexta-feira, às 11 e 45 da manhã, também estará no blog, a partir de hoje, para você confirmar as dicas da Janaína Barros. O "Noite Paulistana" foi escolhido o melhor programa cultural do rádio pela APCA, em 2007. O motivo do prêmio, você ouve a partir de agora com as informações divididas em três áreas: cinema, teatro e show.
O vídeo acima tem cenas estúpidas, chocantes e capazes de fazer qualquer um perder o sono. Foi produzido no estado de Victoria, na Austrália, e mostra a tragédia que pode acontecer com uma família quando o motorista não está descansado. De acordo com a SOS Estradas, motoristas cansados causam 20% dos acidentes graves no mundo e 30% das mortes nas estradas. Os dados são semelhantes nos principais países do mundo. Rodolfo Alberto Rizzotto, coordenador da entidade, diz que se fala muito do motorista que bebe antes de dirigir, mas se esquece que é mais comum conduzir um carro com sono e isto pode causar graves acidentes.
O SOS Estradas, em texto de prestação de serviço, divulga mais dois endereços nos quais existem informações sobre o tema: http://www.pausez-vous.fr/
Na véspera do Carnaval, você acompanha o texto do ouvinte-internauta Francisco César sobre a escola do padre que acreditou no samba:
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A caminhada do ouvinte-internauta João Caldas começou às 7 e 11 da manhã, dessa quinta-feira (31/01), no bairro de Pinheiros. Na cabeça, a lembrança de Curitiba, cidade-limpa como ele próprio descreveu, a qual visitou nas férias. Nas mãos, a máquina de fotografia para registrar as imagens que encontrou no caminho.
No total, foram 39 minutos de passeio que começou na Aspicuelta, seguiu pela Simão Álvares, passou perto da Teodoro Sampaio, pegou a Marechal Estênio um pouco além, e incluiu a Manoel da Nóbrega, Oscar Porto e Afonso de Freitas, onde trabalha. O que encontrou, fotografou. E as imagens você vê clicando aqui.
“Ninguém se preocupa em limpar os pés quando a casa já está suja”, escreveu em tom de provérbio João Caldas.
Por Paulo Henrique Souza Jornalista e repórter da Rádio CBN
Um grupo de gamers organiza uma manifestação para protestar contra a proibição da venda do Counter Strike e do Everquest, dois jogos para PC. No próximo sábado, os fãs dos games prometem um ato pacífico em frente ao MASP, em São Paulo, questionando a determinação da justiça. Uma das principais reclamações dos gamers – fãs de games – é que as pessoas desconhecem o jogo e exageram na avaliação daquilo que vêm agora, mas que existe há quase uma década.
Idos de 2002, São Paulo vive a febre das Lan Houses. Diversas lojas eram inauguradas e logo ofereciam para jovens e adolescentes os mais diversos jogos a preços convidativos – R$ 3,00 por hora no máximo – dando a possibilidade de interagir com o amigo na máquina ao lado. Há seis anos a banda larga engatinhava no Brasil e conectar-se para rodar um jogo on-line era impossível. Nesse cenário cresceu o Counter Strike.
Nesta época, eu sempre passava pelo menos três horas por fim de semana jogando com garotos da vizinhança. Me lembro bem de Toshio, um dos colegas da turma que tinha apenas 14 anos. Ele sempre jogava e era um dos melhores, invariavelmente conseguindo uma série de “headshots” (tiros na cabeça).
O jogo nada mais é que a formação de dois times – terroristas e contra-terroristas. Cada jogador escolhe em qual equipe quer atuar e o seu amigo sentado no computador ao lado pode ser o seu pior inimigo no campo virtual. Ao começo de cada round, o jogador compra as suas armas e equipamentos; nesse momento o jogo começa a revelar o grau de realismo que carrega. Você pode usar o histórico fuzil Ak-47 ou uma AWP – fuzil de longo alcance, com mira de precisão, capaz de matar o adversário com um só disparo. As opções são inúmeras.
Equipe-se ainda com colete e capacete a prova de balas, granadas e bombas de fumaça. Pronto para o combate ? Agora é momento de sair explorando o mapa, o cenário em que o jogo se passa, aproveitar todo o realismo da construção em três dimensões com gráficos detalhados. Os cenários levam você a diversos lugares: uma estação de trens, restos de um boing acidentado ou um escritório, além de locais com paralelo real, como uma vila tipicamente italiana (CS_Italy), uma praça que lembra o oriente médio (CS_Beirut), ou ainda aproximar-se de um cenário tipicamente brasileiro: uma favela carioca (CS_Rio).
Se você reconhece também este cenário tipicamente urbano e que parece o entorno de uma estação da linha vermelha do metrô paulistano, não se preocupe, você está no CS_Sampa.
Um jogo que traz tantos detalhes não poderia deixar de lado o sangue, que aparece a cada tiro, ou então quando um jogador tem a ousadia de matar o adversário com a faca.
Tudo isso faz parte do universo do jogo Counter Strike, que começou a se difundir no Brasil em 2002, mesma época em que despertou o desejo de dois rapazes de criar o cenário CS_Rio, que gerou críticas do Procon de Goiás, gatilho para a decisão de suspender a venda do jogo. Isso mesmo, dois rapazes brasileiros criaram o “bendito cenário” e concluíram o trabalho em meados de 2002. Este é outro ponto em que o jogo atrai os gamers: a possibilidade de criar. Pode-se criar cenários – por que não simular os ambientes da sua casa ? – criar personagens – há jogadores que utilizam o visual do Cap. Nascimento do BOPE ou ainda do Homem Aranha – e criar visuais diferentes para a sua arma – que tal pendurar um pé de coelho nela para ter sorte? . O jogo, como se vê, replica a realidade, a reproduz em um universo virtual, o que é a essência do vídeo game: ou alguém acredita que o encanador chamado para o conserto da pia de casa pode ser mesmo um herói em universos paralelos lutando contra um Crocodilo Rei para salvar a princesa; falo dos irmãos Mário e Luigi, os personagens de games mais emblemáticos da história.
Essa é a maior reclamação dos gamers que irão protestar contra a proibição da venda de Counter Strike, no próximo sábado, no MASP, em São Paulo. Eles, que se manifestam em blogs e sites relacionados ao assunto (como http://liberdadegamer.wordpress.com/), afirmam que nunca agrediram alguém ou compraram uma arma para sair atirando contra todos como ocorre no jogo.
Opinião dos gamers à parte, a decisão é no mínimo discutível. Primeiro por que a justiça brasileira prima em perder o bonde da história – as Lan Houses começaram a aparecer no Brasil em 2001 e a legislação para esse tipo de atividade no estado de São Paulo data de março de 2006. O jogo que é alvo de proibição e o cenário CS_Rio, existem há mais de seis anos.
Além disso, o fabricante vinha respeitando a legislação brasileira, imprimindo na caixa que traz os dois Cd´s de instalação as mensagens obrigatórias como “inadequado para menores de 18 anos” e “este jogo contém extrema violência realista e sangue realista”. Se a justiça entende como necessária uma proibição, torna-se no mínimo inútil o preceito de classificação etária.
Os argumentos apresentados para a decisão revelaram desconhecimento técnico do jogo. Afirmar que o game simula a luta entre traficantes e policiais é um equívoco, uma vez que os personagens são sempre os mesmos - terroristas e contra-terroristas – quer seja no cenário carioca ou no cubano (CS_Havana). Além disso, os reféns presentes no cenário CS_Rio são personagens anônimos, como os reféns que existem também na CS_Italy, e que devem ser resgatados pelos mocinhos. A versão de que seriam representantes da ONU seqüestrados é uma criação dos jogadores externa e posterior ao jogo.
Também, a eficácia do veto ao jogo é algo que não se pode comprovar. Diversos especialistas das áreas que estudam o comportamento humano apontam para as mais diferentes direções quando tentam explicar o desenvolvimento de uma índole violenta, mas nenhum deles afirma categoricamente que o uso de jogos como Counter Strike possa tornar o indivíduo violento.
Quanto ao Toshio, hábil jogador aos 14 anos, depois que me formei deixei de jogar e perdi o contato com a molecada do bairro, mas ocasionalmente o encontro. Hoje com vinte anos ele cursa administração e é motivo de orgulho para a mãe. Nas nossas breves conversas ele sempre traz notícias boas: está trabalhando, namorando e progredindo. Quem sabe um dia nós possamos sair juntos para matar saudade do tempo em que dávamos uns “tiros por ai” ?
A fantasia está escolhida, apesar de mantida em segredo, falta ainda a marchinha de Carnaval que vai embalar o desfile do mestre Heródoto Barbeiro no baile da terceira idade promovido pelo Centro de Referência do Idoso, na zona Leste de São Paulo. E você pode votar em uma das três opções abaixo, usando o espaço reservado aos comentários. A música mais bem votada encerra o CBN SP desta sexta-feira. Divirta-se:
“A Pipa do Vovô” Sílvio Santos
“Coração Corinthiano” Manoel Ferreira/Ruth Amaral/Gentil Jr. Gravada em 1968 , por Silvio Santos
"Marcha da Cueca" Carlos Mendes / Livardo Alves / Sardinho
O pãozinho entregue na porta de casa por ciclistas está tirando os donos das padarias do sério. De acordo com o presidente do Sindicato das Padarias de São Paulo, Antero José Pereira, a maior parte é feita em estabelecimentos irregulares, sem controle de higiene ou fiscal. A grita dos panificadores se dá muito mais pelo prejuízo no caixa que a concorrência ilegal está gerando do que pela saúde do cidadão.
Seja como for, o sindicato espera ação efetiva da prefeitura para coibir os “camelôs de pão” na cidade. Antero José Pereira falou ao CBN SP como se faz o pão genérico:
Com o uso do chuveiro elétrico o consumidor gasta água duas vezes: ao abrir a torneira e para produzir a energia na hidroelétrica. A afirmação do diretor da Associação Brasileira de Aquecimento Solar Carlos Faria é uma resposta a resistência dos fabricantes de chuveiros elétricos que, no CBN SP, se mostraram contrários a lei municipal que obriga novas residências com três banheiros ou mais a instalarem o sistema de coletores.
Ouça o que diz o dirigente e depois visite as notas publicadas no dia 29 de janeiro, neste blog:
O último relatório do Movimento Voto Consciente que acompanha o orçamento da cidade para as subprefeituras de São Paulo demonstra, mais uma vez, que os investimentos reforçam a desigualdade social na capital. O dinheiro destinado às subprefeituras não leva em consideração as carências de cada uma dessas áreas.
Sempre que consultada sobre o tema, a prefeitura de São Paulo faz questão de ressaltar que as verbas investidas em cada uma das regiões não se limitam ao orçamento das subprefeituras, seria necessário somar o valor investido pelas demais áreas (saúde, educação, infra-estrutura, etc). O cálculo se torna quase impossível dada a complexidade dos números e a falta de interesse na divulgação destes valores.
Acompanhe o texto de apresentação do relatório realizado pelo conselheiro Danilo Barbosa, do Movimento Voto Consciente, e aproveite para ver quanto a subprefeitura da sua região investiu em dezembro de 2007:
"Este relatório mensal correlaciona, detalhados por subprefeitura, o orçamento da cidade, a execução do orçamento, e alguns indicadores sócio-econômicos importantes; mostra também o nome dos vereadores mais votados em cada subprefeitura.
Continuamos sem preencher as colunas de resultados, porque não há informações facilmente consultáveis no orçamento sobre o que a Prefeitura pretende entregar ao cidadão, a título de serviços e bens públicos, com os recursos que é autorizada a gastar. De novo enfatizamos a necessidade de os orçamentos e seus relatórios de execução conterem os resultados que se pretende atender, expressos em termos de quais os problemas e necessidades das populações, em cada região, e quanto deles, se irá atender; devem conter também os indicadores necessários à mensuração do que for executado em comparação ao planejado. A falta destes dados não permite avaliar se a Prefeitura está cumprindo a determinação constitucional de usar o orçamento para reduzir as desigualdades inter-regionais. Tampouco permite, como dissemos na edição original, medir a eficácia, eficiência e efetividade da administração da cidade.
Adicionalmente, note-se que o orçamento não é apresentado de forma regionalizada, apesar de, em nosso entendimento, tal apresentação ser uma obrigação legal. Para fazer nossa análise por região; então, restou-nos usar o orçamento das subprefeituras, que corresponde em 2007 a apenas 4,07% do orçamento total do município, como indicação da distribuição do orçamento total da cidade; fomos forçados a tomar a parte como um retrato do todo.
DEZEMBRO – liquidações referentes a novembro
Não houve alteração significativa de outubro para novembro. As discrepâncias encontradas e apontadas continuam existindo. Nossa análise levanta sérias dúvidas quanto aos critérios de alocação dos recursos da cidade, dúvidas estas que poderiam ser sanadas se houvesse informação sobre resultados pretendidos.
No final de novembro, a administração havia realizado aproximadamente 67% de seu orçamento para as subprefeituras e 73% do orçamento total; no detalhamento por subprefeitura, temos o índice de realização de seus respectivos orçamentos variando de 29,15% na Sé a 94,86% em São Mateus.
Sugerimos a leitura dos demonstrativos anteriores no site do Movimento Voto Consciente para uma explicação mais detalhada dos assuntos cobertos nesta apresentação."
A coragem de estudantes de uma escola de Itaquera, na zona Leste, é descrita no Conte Sua História de São Paulo assinado pelo ouvinte-internauta Antônio Vasconcelos:
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O jogo de mesa recordista em praticantes no Mundo, o Monopólio, escolhe pela internet as cidades que farão parte da versão “Here And Now: World Edition”. Apenas o Rio de Janeiro, entre as brasileiras, está na lista das mais bem cotadas para ocupar este espaço no tabuleiro visitado por mais de 500 milhões de pessoas, segundo o Guiness, livro dos recordes. Mesmo assim, a capital fluminense aparece em 22o lugar. De consolo, o fato de ser a cidade sul-americana mais bem posicionada. Paris, Londres e Nova Iorque estão na disputa pelo primeiro lugar.
Ter o nome no Monopólio não é brincadeira, a cidade escolhida ganhará publicidade gratuita no mundo inteiro graças ao nome estampado no tabuleiro.
Interessado em votar e escolher a sua cidade, visite o site do Monopoly
O marco que pretende se transformar a Ponte Estaiada é, também, um monumento a falta de diálogo com a comunidade. É o que se entende após ouvir o novo presidente do Instituto dos Arquitetos do Brasil, departamento de São Paulo, Joaquim Guedes, em entrevista a Simone Queiroz, no CBN SP.
Ouça a opinião dele e depois acompanhe a reportagem da Michelle Trombelli e Pétria Chaves que está publicada um pouco mais abaixo:
Apresentado com pompa e circunstância e prestigiado pelo governador, pelo prefeito, e um monte de deputados, o calendário comemorativo dos 40 anos do “Palácio 9 de Julho”, 100 anos da imigração japonesa e 454 anos da cidade de São Paulo custou R$ 443.784,00 ao bolso do paulista. Impressos os 20 mil exemplares, autorizados pelos deputados estaduais, cada calendário saiu por R$ 22,00. Tanto quanto as belas imagens que estampam o material gráfico, chamou atenção o fato de que a autorização para a impressão do calendário ter sido publicada apenas um dia antes do evento que ocorreu na sexta-feira passada (25/01).