Secretário de Transportes diz que tem apoio de especialistas
Ao participar de mais um início de reparo em vias da cidade, o secretário municipal dos Transportes Alexandre de Moraes criticou os especialistas que o criticam. O alvo principal foi o vereador Xico Macena, do PT, que já comandou a CET no governo Martha e afirmou que o estudo da prefeitura para ampliar o período do rodízio já havia sido feito na gestão dele quando se entendeu que o impacto nos congestionamentos seria nulo. Alexandre de Moraes disse que "os especialistas não parecem tão especialistas assim".
Na entrevista para a repórter Luciana Marinho Alexandre de Moraes elencou as medidas que considera ser mais importantes para melhorar o trânsito na capital paulista e, antes de encerrá-la, voltou a citar os "especialistas" dizendo que estes o apoiam:
Incomodada com o aparecimento de um scrap com conteúdo político eleitoral em sua página no Orkut, a ouvinte-internauta Luciana reclamou ao CBN São Paulo da atitude de um político mais interessado no voto dela do que em desejar votos pelo Dia Internacional da Mulher. Conversamos com o advogado especializado em direto eleitoral Alberto Rollo para saber se a atitude é ilegal.
Dois pequenos barracos ao lado do viaduto Diário Popular, em São Paulo, chamaram atenção da nossa paparazzo do cidadão Cátia Toffoletto. Lembraram o início da favela na ponte Júlio de Mesquita Neto e a levaram a registrar a foto para alertar a subprefeitura da região para o risco de que novo aglomerado de habitações precárias surja no local.
Dos maiores nomes de São Paulo está o de Rolando Boldrin, personagem deste capítulo da história da nossa cidade, na série em homenagem ao aniversário da capital paulista que foi ao ar no ano passado:
Todo sábado no CBN São Paulo, todos os dias aqui no blog e na livraria mais interessante do seu bairro, você conhece “Conte Sua História de São Paulo”. Se quiser participar, escreva para contesuahistoria@cbn.com.br
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O paulistano desperdiça de duas a três horas por dia no trânsito congestionado da cidade. Acostumado a situação, cada motorista usa o tempo da melhor (ou da "menos pior") maneira possível. A motorista ao lado da viatura da CBN foi flagrada pela nossa repórter digital Cátia Toffoletto lendo uma revista enquanto dirigia.
O que você costuma fazer enquanto dirige ou fica parado nos engarrafamentos da nossa cidade ?
Bicicleta de graça e estacionamento para ciclista, em SP
Áreas de estacionamento de bicicletas para quem pedala no centro da cidade e bicicleta de graça para quem for cliente da Porto Seguro. As ações fazem parte do projeto Bicicletário, parceria da seguradora e do estacionamento Estapar, criado a aprtir de pesquisas que demonstram o aumento do interesse do cidadão por viagens de bicicleta.
De acordo com levantamento da prefeitura, feito em maio de 2006, mais de 250 mil bicicletas circulavam todos os dias pelas ruas de São Paulo, apesar da escassez de ciclovias. O Metrô, por sua vez, constatou que, em cinco anos, houve crescimento de 100% no número de viagens feitas de bicicleta.
As bicicletas, por enquanto, atenderão apenas os segurados da empresa, mas há estudos para que possam ser alugadas a toda pessoa interessada, como já ocorre em cidades européias.
Da janela do apartamento, o ouvinte-internauta Edivaldo Ferreira registra uma ilha de carros cercada por prédios em construção, na Vila Olímpia. Em primeiro plano, dois conjuntos empresariais a serem entregues, pouco mais atrás um shopping sendo erguido, bem ao fundo a Daslu que ganhará vizinho novo: outro shopping.
"Se a a CBN mudar para a Vila Olímpia, o Heródoto teria de deixar a kombi em casa porque não há mais vagas nos estacionamentos. O que vai acontecer ano que vem quando os shoppings e prédios estiverem prontos?", escreveu o morador da região.
Flagrada pelo microfone do CBN São Paulo, a repórter digital Cátia Toffolleto ensaiava cantos para torcer pelo Corinthians na Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro.
Ouça o talento da moça e veja como já está afinada com a Segundona:
CNJ pode suspender aposentadoria de juiz assassino
O juiz aposentado Marco Antonio Tavares pode perder a aposentadoria por invalidez que lhe garante pagamento de salário mensal apesar de condenado a 13 anos de prisão por matar a ex-mulher, na região de Jacareí, interior de São Paulo, em 1997. O pedido será feito pelo promotor de São Paulo e conselheiro do Conselho Nacional de Justiça, Felipe Lock Cavalcanti.Ele alega que o juiz que cumpre pena em prisão semi-aberta está trabalhando como empreiteiro de obras e, portanto, não pode ser considerado inválido:
Em meio a polêmica pelo fato de a prefeitura não ter cobrado o Relatório de Impacto na Vizinhança, os proprietários do Bourbon Shopping Pompéia dizem que a inauguração vai reduzir o número de viagens que ocorre no bairro. De acordo com um dos donos da Companhia Zaffari Claudio Luiz Zaffari muitas pessoas são obrigadas a deixar a região em busca de lojas mais bem qualificadas e cinemas, por exemplo, e isto não será mais necessário.
Uma das justificativas para não haver necessidade de entregar o relatório era o fato de a autorização dada pela prefeitura ter sido para reformar o velho Shopping Matarazzo. No entanto, durante a entrevista ao CBN SP, o empresário Cláudio Luiz Zaffari disse, inicialmente, que havia sido construído um equipamento novo e depois tentou se justificar:
A proibição dos catadores de material reciclável na cidade de São Paulo, em horário de pico, está sendo pedida pelo vereador Ricardo Teixeira, do PSDB, em projeto de lei que pode ser votado esta semana na Câmara Municipal. O texto “proíbe a carga e descarga de materiais de qualquer natureza, realizadas por veículos de tração automotora, elétrica, de propulsão humana, de tração animal, reboque ou semi-reboque em horários predeterminados.”
A intenção é restringir a locomoção destes coletores para que não atrapalhem o trânsito na capital paulista. Os catadores, quando organizados em cooperativas, são essenciais à cidade no recolhimento de material reciclável. A coleta seletiva feita pelas empresas contratadas pela prefeitura é precária e não vai além de 1% do total de resíduos sólidos que se acumulam nos aterros sanitários. A maioria deles circula na região central de São Paulo.
Prefeitura não calcula impacto de novo shopping, em São Paulo
O badalado Bourbon Shopping Pompéia será inaugurado em dois dias sem que a cidade saiba o impacto que o empreendimento terá no meio ambiente ou no congestionado trânsito da região. A denúncia foi feita pelo engenheiro de tráfego e transportes José Tadeu Braz ao CBN SP e confirmada pela ONG Associação Bairro Vivo.
São 184.000 m² de área construída, 210 lojas, 1500 vagas no estacionamento e 1700 lugares na área de alimentação concentrados em região na qual se destacam um estádio de futebol, uma universidade e um shopping há cerca de 800 metros.
Em 2006, a Associação Bairro Vivo, que atua em Perdizes e Pompéia, entrou com ação civil pública na 9ª Vara da Fazenda Pública para pedir que fosse feito um Relatório de Impacto na Vizinhança e a interrupção das obras. A entidade alegava que o projeto apresentado à prefeitura era apenas de reforma do antigo Shopping Matarazzo e não da construção de um megaempreendimento. O juiz Guilherme de Souza Nucci anulou a ação e afirmou que a associação não tinha legitimidade para questionar a obra.
A Associação Bairro Vivo recorreu da decisão e aguarda decisão do Tribunal de Justiça. As obras foram finalizadas e o Rivi não foi apresentado.
A subprefeitura da região alega que a autorização para grandes empreendimentos deve ser analisada pela Emurb, a qual será procurada nesta terça-feira pelo CBN São Paulo para que justifique a autorização do funcionamento do shopping sem que a cidade saiba o impacto que este terá na vida do cidadão.
Um teatro de resistência está na cena da história contada pelo diretor Silnei Siqueira na série em homenagem ao aniversário de São Paulo produzida, em 2006, pelo CBN SP:
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Quintanares: Canção de Inverno Clique na imagem e conheça o site em homenagem a Mário Quintana
O poema desta terça-feira foi publicado, originalmente, no livro Canções, lançado em 1946 pelo poeta. Talvez você considere um despropósito falar de inverno na chegada do outono, mas quem disse que quero ser proposital ... Aproveite Mário Quintana em mais esta edição de Quintanares programa apresentado por Milton Ferretti Jung, na Rádio Guaíba de Porto Alegre:
A sugestão do comentarista do quadro Condomínio Legal do CBN SP, advogado Márcio Rachkorsky, aos moradores do Barão de Mauá é que entrem com ação de “produção antecipada de provas”:
Um grupo de moradores do Condomínio Barão de Mauá nega que estejam impedindo a presença de peritos contratados pela Cofap para diagnosticar as condições do terreno. De acordo com a sindica Aparecida Bolsarin o que eles pedem é que a empresa aceite a presença de um perito que seja da confiança dos proprietários dos imóveis e pague os serviços dele:
A demolição de 72 edifícios do Condomínio Barão de Mauá não tem o apoio do Ministério Público, segundo a promotora Rosângela Staurenghi que cuida do caso. A construção se iniciou em 1996 em terreno que era da Cofap e foi utilizado para despejo de resíduos. Em 2000, um operário morreu e um ficou gravemente ferido após explosão provocada pelo acúmulo de gás metano. Desde aquela época, os proprietários dos apartamentos assistiram ao seu patrimônio se desvalorizarem e ao medo de contaminação, aumentar.
A decisão de demolir os imóveis que abrigam 1.800 famílias depende da juíza Maria Lucinda da Costa que pode anunciar a medida nas próximas semanas.
Ouça o que pensa a promotora de Justiça de meio ambiente de São Bernardo do Campo, Rosângela Staurenghi:
Nesta segunda feira inicia-se oficialmente o plano da prefeitura de sao paulo para melhorar o transito. Na página da prefeitura é possível analisar em detalhes o conteúdo da proposta.
Destaca-se:
"Na próxima segunda-feira (24/03), a Prefeitura de São Paulo inicia a execução de seu plano de ações. Serão 19 obras em zonas críticas do viário municipal e recuperação de sete corredores de ônibus. As ações para melhoria do trânsito contam também com proibição de estacionamento e carga e descarga de caminhões em 17 vias, além da criação de 175 caminhos alternativos nos locais em que o trânsito é mais afetado pelo excesso de veículos. Além disso, serão retiradas 167 lombadas e valetas de vários pontos da cidade."
Quando analisamos o detalhamento dessas intervenções percebemos que são obras praticamente de manutenção da infra estrutura já existente.
"Nossa intenção é desafogar os principais gargalos de trânsito da cidade, permitindo maior rapidez nos corredores de ônibus e maior fluidez no trânsito", afirma o secretário municipal de Transportes. Segundo ele, a partir do instante em que os ônibus trafegarem com maior velocidade, principalmente pelos corredores, a população deverá optar por utilizar ainda mais o transporte coletivo. "A meta é diminuir em até 20 a 25 minutos a maioria das viagens pelos corredores", prevê o secretário.
Quando analisamos o depoimento acima, do próprio secretário de transportes, é de se abismar a simplicidade com que ele entende os fatos. As medidas propostas são desproporcionais em relação ao tamanho do problema. Seria necesssário discutir projetos de longo e médio prazo que realmente contribuíssem para a mudança da estrutura do transporte na cidade de são paulo. Quando isto vai acontecer?
Em 1992, foi ressucitado pela Emplasa (Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano) em conjunto com a Eletropaulo um projeto de 1979. Naquela época previu-se a construção de uma ciclovia que ligaria a USP ao Parque do Ibirapuera. Hoje, 16 anos depois não existe nem sinal desta obra, nem de tantas outras essenciais para alterar a rotina paulistana. Na implantação desta ciclovia seria resolvido um problema bem mais simples mas que é um símbolo do planejamento urbano em são paulo.
Muitas das pessoas que utilizam o transporte público para ir até a USP precisam cruzar a pé a ponte da Cidade Universitária, vindo tanto da estação da CPTM ou da Ponte Orca. No fim da ponte são obrigadas a duelar com os automóveis que cruzam no dois sentidos as alças de acesso. Alguns dos motoristas buzinam enlouquecidos quando um pedestre um pouco menos agil se atem por alguns milésimos de segundo na faixa de pedestres. Como se fossem eles os culpados pelo caos no trânsito.
Escreva para o Ambiente Urbano no e-mail ambienteurbano@cbn.com.br
Bastidores da notícia: Andréia, o retorno da perseguida
Tentativa de seqüestro, cadeira de roda e R$ 15 mil mexeram com o imaginário dos jornalistas que, neste fim de semana, perseguiram Andréia Schwartz no desafio de levar ao ar as primeiras palavras da moça em solo brasileiro. Para quem já esqueceu, ela teria ajudado a polícia americana no escândalo sexual e fiscal que derrubou o ex-governador de Nova Iorque Eliot Spitzer.
Na semana passada (leia nota do dia 15 de março, neste blog), emissoras de televisão, jornais e revistas gastaram dinheiro à toa enviando equipes de Nova Iorque para São Paulo no avião que ela deveria ter sido deportada. As emissoras de rádio não costumam destinar suas verbas para estas aventuras. Como se saberia depois, Andréia permaneceu na cadeia por mais uma semana, durante a qual equipes de jornalistas fizeram plantão no Aeroporto Internacional de Guarulhos para não serem “furadas” pela concorrência.
Depois de 18 meses presa, Andréia finalmente foi levada para o aeroporto de onde deixaria os Estados Unidos para nunca mais voltar. Escoltada pelo jornalista Dival Ramiro, brasileiro que trabalha para o Daily News, Andréia ficou na sala de embarque do JFK de onde negociava sua chegada ao Brasil. Ela foi informada lá que encontraria um bando de repórteres, em Guarulhos, e se não quisesse ser “atacada” teria de organizar uma fuga estratégica. As conversas com o Brasil eram feitas através de um rádio Nextel do repórter do jornal americano.
Aqui no Brasil, os boatos se iniciaram assim que as redações começaram a organizar a escala de repórteres que iriam recepcioná-la. Houve quem deixasse a cama bem cedinho apenas para não correr o risco de perder a presa (aqui usado no sentido de “animal que serve de alimentação para os outros“).
Em Guarulhos, era “garantido” que para escapar dos jornalistas em Nova Iorque ela teria se disfarçado, chegado de cadeira de roda e com o rosto escondido por um capuz. A saber, Andréia tinha apenas um boné cor de rosa e desfilou pelo JFK com toda a opulência que teria chamado atenção de clientes americanos nos anos em que trabalhou, nos Estados Unidos. Teria, inclusive, passado pelo freeshop para compras de última hora.
Antes do vôo da American Airlines decolar, Andréia já havia sido promovida para a business class, enquanto os poucos repórteres que estavam a bordo ficaram nas poltronas desconfortáveis da classe turística. Lá na frente, Andréia sentou-se ao lado do jornalista do Daily, que também usava boné, seu interlocutor e “protetor” durante todo o traslado para o Brasil. Em Guarulhos, a bolsa de apostas corria solta: “ela está negociando uma fortuna para dar entrevista”, diziam alguns desinformados. Como “quem conta um conto aumento um ponto”, o preço da entrevista exclusiva com Andréia subia a cada minuto.
Um repórter do The Washington Post inconformado com a proximidade do concorrente do Daily News com a brasileira, assim que o avião aterrissou, em Guarulhos, tentou afastá-lo aos gritos: “Andréia, ele está recebendo R$ 15 mil para conseguir uma exclusiva para a televisão”. Não teve sucesso, mas a moça teria chorado ao pensar na possibilidade de que seu maior confidente, desde que deixara a prisão, a estaria traindo.
Ela era consolada e convencida da mentira pelo companheiro de viagem, enquanto os repórteres no salão de embarque tinham um olho na porta de saída e outro nos colegas. Qualquer celular que tocasse era motivo para mais especulações: “Ela já está fechada com o Fantástico”; “a Record vai pagar para ela falar”; “estou com fome e essa biscateira não sai”. Outros adjetivos surgiram no decorrer das conversas, mas este jornalista se reserva o direito de não ofender ninguém.
A excitação por Andréia era tanta que a saída de Pelé no portão de desembarque chamou atenção apenas de alguns poucos. E os poucos só perguntaram a ele sobre ela: “não vi, dormi todo o vôo”, despistou o Rei, pouco acostumado com o fato de não ser o centro das atenções.
Lá dentro, Andréia de óculos escuros para esconder as olheiras da noite mal dormida havia tido sucesso na sua saída estratégica, graças à colaboração da Infraero que, segundo explicação oficial, pretendia evitar tumulto no aeroporto. Quanto ao repórter Dival Ramiro, depois de ser visto como espécie de “cafetão de entrevistas” passou a ser acusado de “seqüestrador”, pois dois supostos amigos-segurança que foram receber a moça não puderam sair com ela nos braços.
A noite mal dormida dos jornalistas foi compensada com um rápido desfile público de Andréia no saguão do aeroporto em direção a sala onde aguardaria o vôo para o Espírito Santo. Com um belo sorriso e escoltada pelo repórter do Daily News, ela arriscou um discurso contra a corrupção e do alto de seu estrelato disparou: “Eu amo todos vocês”. Ainda não era a entrevista exclusiva que todos esperavam e que Andréia supostamente estaria negociando (a esta altura já não sei mais quanto estariam pagando a ela), mas o suficiente para fazer um passagem (momento em que o repórter aparece na matéria) e fechar a reportagem.
À noite, antes de seguir para cidade natal, Andréia ainda gravaria entrevista por telefone com a repórter Abigail Costa, da TV Record, que vinha monitorando toda a viagem da moça. Negou que suas informações é que derrubaram o ex-governador de Nova Iorque e disse mais algumas outras coisas. O que me chamou atenção mesmo foi o sorriso velado no momento em que se referiu a “este meu trabalho”.
Após assistir à cobertura do Jornal Nacional, da TV Globo, para quem só viria a falar no domingo, e ouvir seu nome ser precedido por “cafetina” e “prostituta”, disparou alguns palavrões, arrumou o cabelo, ajeitou a roupa e se preparou para embarcar a Vitória, onde enfrentaria mais uma aventura neste retorno ao Brasil.
Ramiro, que nada pagou nem recebeu, publicou sua reportagem na edição de domingo do Daily News. Andréia, que ainda nada ganhou, vai publicar seus segredos em livro. E os brasileiros, que pouco tem a ver com esta história, aguardam a próxima publicação da Playboy.