Metrô nega proposta de revisão na obra de Pinheiros
A Companhia do Metrô diz que não recebeu recomendação técnica para aumentar a profundidade das escavações da estação de Pinheiros, onde ocorreu o acidente de janeiro de 2007, no qual sete pessoas morreram. A notícia foi divulgada pelo jornal O Estado de São Paulo, na edição desta terça-feira, na qual é apresentado relatório que alertaria para a necessidade de a estação ser construída de 35 a 40 metros de profundidade e não a 30 metros, conforme realizado pelo Consórcio Amarelo (OAS, Odebrechet, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez e Alston). Ao ignorar o conselho, o Metrô teria assumido o risco de acidente, segundo a reportagem.
O diretor da Companhia do Metrô de São Paulo Sérgio Aveleda respondeu a denúncia no CBN SP:
A repórter Cátia Toffoletto foi ao Parque Antartica e envia esta lembrança para os fiéis torcedores palmeirenses. Desde ontem, tem gente na fila a espera da abertura dos guichês para ter o direito de assistir ao seu time ser campeão paulista 12 anos depois.
Indústrias do Pólo Petroquímico de Mauá, no Grande ABC paulista, aparecem quatro vezes na lista das 100 maiores poluidoras do Estado de São Paulo, segundo informação da Cetesb. Nada surpreendente para os moradores que convivem com as cenas registradas pelo ouvinte-internauta que se identificou por NiltonHK.
De acordo com ele, a fumaça preta e densa foi despejada no feriado de 21 de abril, entre às 9 da manhã e duas da tarde. Nilton ligou para Cetesb, e conseguiu com que um plantonista da companhia fosse vistoriar o local. Não sabe o resultado da fiscalização, mas se preocupa com a autorização do Governo de Estado para a ampliação do Pólo.
Agora o outro lado
Resposta da Cetesb:
"Em função de duas quedas de energia, no último dia 21/04 - às 07h50 e às 11h38 - , ocorreu um desbalanceamento das unidades de produção de etileno da Petroquímica União. Por motivo de segurança, o gás que estava sendo produzido e ficou fora de especificação, pela queda de energia, foi lançado no "flare". A queima proveniente da chama foi diminuindo gradativamente em função do restabelecimento da produção. A CETESB está autuando a PQU, por emissão de fumaça preta acima do padrão permitido pela legislação ambiental. Por exigência da agência ambiental, a empresa deverá instalar até o final deste ano um "flare" enclausurado, visando evitar a emissão de fumaça preta.
Agência Ambiental de Santo André
CETESB – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental"
O som de uma britadeira atrapalhou minha conversa com a repórter Mônica Poker que monitora o trânsito do alto de um prédio na Avenida Paulista. Segundo ela, a barulheira havia se iniciado antes das sete da manhã nas obras de recuperação das calçadas. A prefeitura disse que a empreiteira responsável pela reforma nega ter iniciado o trabalho antes do previsto. Há acordo para que a obra se realize entre sete da manhã e dez da noite.
O barulho ecoou na caixa de correio do CBN São Paulo que passou a receber uma série de reclamações de ouvintes-internautas. Fernando Latorre, morador da Paulista, diz que as britadeiras começam a incomodar, diariamente, às seis da manhã e só param no início da madrugada: “Por volta de 15 mil moradores da Paulista não tem mais sossego nos seus lares, mesmo a noite; e o PSIU alega que não pode interferir em obras públicas”.
No bairro da Parada Inglesa, o som que incomoda é o do bate-estaca que extrapola o salão de festas de uma casa vizinha a da ouvinte-internauta Miriam Tomiatti, na Rua Ricardo “Neste fim de semana, tive de fazer a minha Virada Cultural particular, fiquei virando no sofá sem conseguir dormir”, escreveu. Ela ligou para o 190 para reclamar do barulho fora de hora, mas não teve sucesso. A polícia não apareceu.
Já na rua Boaventura Rodrigues da Silva, a prefeitura compareceu de madrugada. Caminhões, máquinas e funcionários chegaram a uma da manhã para iniciar a raspagem do asfalto, acordando os moradores: “se eu estivesse numa avenida concordaria, agora uma rua residencial não precisa ser esse horário”, afirmou o ouvinte-internauta.
O barulho também aumenta, no mínimo duas vezes por mês quando o túnel Maria Maluf é fechado para manutenção durante a madrugada e o trânsito desviado para a rua do Boqueirão. A ouvinte-internauta Daniela (Danigc75) lembra, ainda, que não bastasse este transtorno, fios de luz, telefone e TV a cabo são arrebentados pelos caminhões que fazem o desvio.
Em Santo André, é a reforma de uma empresa de segurança patrimonial que dá dor de cabeça no ouvinte-internauta Alexandre Negrão. Relata que antes mesmo das sete da manhã, funcionários, máquinas e equipamentos que levantam prédio de cinco andares conversam entre sim em uma Babel de barulho. “Além disso apareceram rachaduras que atravessam as paredes do meu quarto, já que o edifício ao lado causou um desnível no terreno. Já conversei inúmeras vezes com o responsável pela obra, mas pelo visto só quando ligar para a defesa civil do meu município conseguirei uma solução para essa questão”, conclui na mensagem enviada ao CBN SP.
Em Jordanésia, Cajamar, um ouvinte-internauta (não registrei o nome dele, infelizmente) informa que tem uma vizinhança barulhenta: “são oficinas mecânicas, transportadoras, caminhões, que não respeitam dia nem horário”. Ele quer saber se o controle é de competência municipal. É, sim. Assim como,na cidade de São Paulo, são as subprefeituras que têm de dar licença para a “bagunça organizada” das obras que não podem começar antes das sete da manhã e precisam se encerrar às dez da noite.
PSIU neles ! E se não funcionar: Ouvidoria no PSIU !
Fotografia de autoria de Liane Neves publicada no site em homenagem ao centenário de Mário Quintana
"Da vez primeira que me assassinaram" fala o poeta neste soneto publicado em "A Rua dos Cataventos" que você ouvirá na voz de Milton Ferretti Jung:
Quintanares é publicado terças e sábados neste blog a partir de arquivo familiar de programa que foi ao ar, por 10 anos, na Rádio Guaíba de Porto Alegre.
Cidadão tem de fiscalizar Rodoanel e impacto no meio ambiente
Por Osvaldo Stella Comentarista de Ambiente Urbano "A construção do Rodoanel segue em São Paulo. Embora polêmica, a obra trará grandes benefícios para o tráfego na cidade de São Paulo. Não existe desenvolvimento sem algum tipo de impacto. O projeto passou pelos trâmites legais e encontra-se em fase de implantação.
O processo de licenciamento vigente no país prevê a avaliação entre o impacto positivo e negativo de um determinado empreendimento e, quando necessário, a adoção por parte dos empreendedores de medidas mitigatórias.
No processo de licenciamento do Rodoanel a implantação do mesmo esta condicionada a medidas compensatórias previstas para a sua implantação. O termo propõe uma série de medidas para prevenção e/ou mitigação dos impactos ambientais potenciais identificados. Essas medidas foram estruturadas em 26 programas ambientais, sendo 5 da fase pré-construtiva, 13 para a etapa de construção e 8 para a etapa de operação.
É muito importante que a sociedade possa acompanhar o avanço da implantação das medidas compensatórias previstas no licenciamento. Só assim é garantido que o que foi combinado no licenciamento seja cumprido".
O Ministério Público não aceitou, a prefeitura não se esforçou e os vereadores preferiram não mexer com o tema, por isso a criação dos conselhos de representantes, prevista em lei orgânica do município, jamais se concretizou, em São Paulo. Iniciativas informais, porém, mostram a importância deste trabalho.
É o que ocorre em Santo Amaro, onde organizações não-governamentais convenceram os dois últimos subprefeitos a aceitar um fórum de representantes civis que discute as principais medidas a serem adotadas na região e as políticas públicas desenvolvidas pelo órgão.
A arquiteta e urbanista Cristina Antunes, diretora da Ciranda, que congrega 16 associações de moradores da área da subprefeitura de Santo Amaro, falou sobre a iniciativa no CBN SP:
O carro é da Receita Federal. O ato, de gente mal-educada. A imagem, registrada pela Cátia Toffoletto enquanto se deslocava na cidade de São Paulo. O carona não mediu esforços para se desfazer do copo de plástico: abriu o vidro e jogou pela janela. Que vergonha !
Os meios de comunicação têm obrigação de investigar e noticiar, mas o que está ocorrendo na cobertura do Caso Isabella extrapolou as regras do bom senso, na opinião do psicoterapeuta, Cláudio Guimarães dos Santos. A opinião pública tem interesse no caso, mas a mídia não deve transformar o fato em um circo:
Você concorda com a opinião do psicoterapeuta Cláudio Guimarães dos Santos ?
Tanta gente, tão pouco banheiro. Essa foi uma das lembranças do ouvinte-internauta Daniel Aveiro que aproveitou a Virada Cultural, em São Paulo. "Coloquem mais banheiros químicos, pois gastei mais de 10 reais pagando para usar o banheiro do comércio", sugeriu em mensagem enviada ao CBN SP. Daniel chamou atenção, também, para a falta de lotações com ponto final na estação Corinthians-Itaquera, e o acúmulo de pessoal dentro da estação República. Veja estas cenas no álbum de fotos do CBN SP, no Flickr. Conte para a gente como foi a Virada Cultural e mande suas fotos.
Clique na imagem e visite o álbum de fotos da Cátia Toffoletto
O acidente de trânsito logo cedo matou uma pessoa na esquina da avenida Rio Branco com a São João. Não eram seis da manhã quando um carro e a van que você vê na imagem acima colidiram no centro de São Paulo. Seis pessoas ficaram feridas. A repórter Cátia Toffoletto registrou o acidente para o blog.
Clique na foto e assista ao slideshow do evento, no Flickr
Identificar os parlamentares que representam o cidadão paulistano e atuam com o intuito de melhorar a qualidade de vida de São Paulo é uma das intenções da campanha institucional do Movimento Voto Consciente, lançada quinta-feira (23/04). Os anúncios comparam o comportamento do cidadão com seu filho, sua empresa e sua conta bancária com o que se costuma ter com o vereador que se escolheu. “Controle os políticos ou os políticos controlam você” é o lema da campanha.
No palco do Teatro Eva Hertz, da Livraria Cultura, a ONG reuniu Oded Grajew, do Movimento Nossa São Paulo É Outra Cidade, o publicitário João Fernando Camargo, da JC/Law, e a advogada Heloísa Machado, da Conectas, para debater com o público a necessidade da participação do cidadão no legislativo. Sônia Barboza, integrante do Voto Consciente, lembrou que o papel do eleitor é “votar, cobrar e participar”, em uma de suas intervenções.
A este jornalista coube mediar a conversa assistida por um bom número de pessoas, inclusive alguns parlamentares.
Roberto Freire, presidente do PPS, e José Police Neto, vereador do PSDB, estiveram pessoalmente no encontro, enquanto o gabinete da vereadora Soninha (PPS) enviou um dos seus representantes. Muitos “agitadores” – essa gente que acredita na mudança e na melhoria da qualidade da política brasileira – também se reuniram por lá. Não faltaram, é lógico, as “guerrilheiras e guerrilheiros” do Voto Consciente.
As pessoas interessadas em receber o material da campanha para promover o debate político dentro das empresas, escolas ou entidades das quais fazem parte pode manter contato com o Movimento Voto Consciente.
Apesar de o evento ter se realizado quinta-feira, somente agora foi possível tratar do tema aqui no blog devido a problemas técnicos da Globolog.
Muito mais de 1.000 imagens da Virada Cultural que movimentou São Paulo podem ser vistas na página especial do evento no Flickr, álbum virtual de fotografias. Oportunidade para matar a saudade ou ver o que se perdeu nos mais de 800 espetáculos organizados neste fim de semana.
Para quem perdeu o domingo acompanhando o Caso Isabella
Os pais são os principais agressores contra crianças e adolescentes. A realidade está descrita na página da internet que mantém atualizadas as denúncias dos conselhos tutelares de todo o país, enviadas ao Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (Sipia). São 186.415 registros desde 1999.
Também constata-se que os números de agressões contra crianças e adolescentes são altos pelo Disque 100, sistema que permite que qualquer um faça denúncias, inclusive anônimas. Em números absolutos, os casos de agressão por negligência ou agressão física e psicológica são 54.889 dos 111.807 registros. Isso representa 67,40% do total. Entre os registros, 242 são denúncias de violência com morte da criança ou do adolescente.
Diante do índice, especialistas em questões da infância, consideram que episódios como o da menina Isabella Nardoni, que morreu aos 5 anos, provocando comoção por ter causas ainda desconhecidas, são mostras de um país ainda tolerante com a agressão contra crianças e adolescentes.
Para o integrante do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Ariel de Castro Alves, “devemos tratar do caso da menina Isabella e, a partir dele, refletir com toda a sociedade brasileira”. Ele alerta que “os números mostram que a violência contra a infância e a juventude é generalizada e, muitas vezes, a violência ocorre exatamente nos locais em que elas deveriam receber proteção, que são os lares, escolas e creches”.
A coordenadora do Programa de Enfrentamento Violência Sexual contra a Criança e o Adolescente da Secretaria de Direitos Humanos, Leila Paiva, concorda com o conselheiro do Conanda. Para ela, o que contribui para a manutenção deste quadro é a falta de iniciativa de quem observa a violência, mas não denuncia. “Existe um pensamento no imaginário popular de que não devemos interceder em problemas que ocorrem no âmbito familiar, o que é um equívoco. Mas, ao mesmo tempo, eu penso que o aumento dos registros no Disque 100 é pelo fato dele garantir o anonimato e a distância das pessoas”, analisou a coordenadora.
Ariel Alves, do Conanda, retoma a questão do papel da sociedade: “Não é só a família responsável por garantir os direitos da infância e juventude, o próprio Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que é um dever de todos: da família, do Estado e de toda a sociedade brasileira.
A média de utilização do Disque 100, desde que foi implantado em 2003 até hoje, é crescente. Começou com 12 relatos por dia, passou para em 2006 e chegou a 69 em 2007. Até março deste ano, foram contabilizados em torno de 93 casos diariamente.
Os dois especialistas atribuem o crescimento do número de denúncias à sensibilização de todos da importância em não se calar diante dos casos de agressão a crianças e a adolescentes. Para ambos, não se trata de aumento dos casos de agressão.
Alves citou estudo da Universidade de São Paulo sobre o tema: “Uma pesquisa do Laboratório de Estudos da Criança da USP, feito entre 1996 e 2007, diagnosticou a existência de 159.754 casos de violência doméstica. E também concluiu que aproximadamente 10% dos casos de abusos e violência contra crianças e adolescentes são denunciados.”
Quando fico sem saber o que dizer, muito surpresa ou espantada, digo que estou boquiaberta. Brincamos muito sobre isso, Luiz Fernando e eu. Quando lhe conto um fato de abalar estruturas, ele abre a boca e arregala os olhos, e eu não posso deixar de rir. Se o assunto é sério, esse gesto atenua imediatamente o seu caráter sombrio. Um dia, quando o surpreendi mais do que o esperado, ele desenhou uma carinha boquiaberta para mim, e eu pendurei a folha de papel na parede, ao lado da minha cama. Era impossível não olhar para ela quando eu ia dormir, e ela, invariavelmente, me fazia sorrir. Exatamente porque isso sempre acontecia à noite, na hora de dormir, resolvi tirá-la dali e colá-la no espelho do banheiro, para que fosse uma das primeiras coisas que chamasse a minha atenção, depois de acordada pela água do chuveiro. Assim, minha primeira expressão do dia seria um sorriso. Não sei onde foi parar esse desenho.
Procura-se, desesperadamente, uma carinha marota, desenhada a lápis, com a boca bem aberta e os olhos redondinhos, muito espantados!
Não se assuste que este não é um prólogo de tragédia grega, mas se quiser se assustar, fique à vontade, porque na realidade, anda muito difícil sorrir. Há pessoas que dizem: são os tempos! Mas os tempos sempre foram os tempos, moldados por nós, seres humanos, viventes em cada uma das diferentes épocas. Conclusão, não são os tempos coisa nenhuma; somos nós. Você e eu, seus vizinhos de cima e os vizinhos de baixo, os do lado esquerdo e os do lado direito, os do outro lado da rua e os da rua de trás. São os motoristas agressivos e são os filhos que desrespeitam seus pais, como se isso fosse moda. São pré-adolescentes cuspindo palavrões de baixo-calão, a torto e a direito, dentro e fora de casa, indistintamente, sem terem a língua untada com uma boa pimenta. São cidadãos de baixa renda, sem condição de acesso à educação e à cultura, roubando, matando e seqüestrando. São cidadãos de alta renda, com toda a condição de acesso à educação e à cultura, roubando, matando e seqüestrando.
A solidão, por sua vez, nunca fez adoecer tanta gente, numa sociedade que tem cada vez mais gente e na qual é quase impossível ficar sozinho e ter um pingo de privacidade.
Continuo a acreditar que, antes de cuidar do outro, é importante que eu cuide de mim mesma. É o que chamo de egoísmo sadio. Se estiver bem, terei bem para oferecer ao outro, certo? De um saco de sal não sai açúcar, nem debaixo de reza-brava. E além de tudo, como não temos dúvida de que é horrível viver ao lado de alguém que está mal, imagine viver vinte e quatro horas do dia com você mesmo, quando não está bem. Se é que você vai precisar de algum esforço para imaginar.
Pense nisso, ou não, e até a semana que vem.
Maria Lucia Solla é professora, terapeuta e autora do livro “De bem com a vida mesmo que doa”, lançado pela editora Libratrês. Aos domingos, está neste blog com textos sobre o cotidiano
A fotografia é de Liane Neves e você encontra no site em comemoração ao centenário de Mário Quintana
O desejo do poeta era expressar-se em uma coroa de sonetos. E Mário Quintana faz este exercício no texto que você ouve interpretado por Milton Ferretti Jung:
Quintanares aparece neste blog terças e sábados. É resultado de arquivo familiar de programa que foi ao ar, originalmente, na Rádio Guaíba de Porto Alegre.
Prepare o fôlego, pois são cerca de 800 eventos espalhados em São Paulo para celebrar a Virada Cultural que começa neste sábado. A Janaina Barros faz uma seleção de algumas das melhores festas para o fim-de-semana agitado na capital:
Amanhã, às 9 e meia, tem mais Noite Paulistana, edição especial, com novas dicas para a festa da Virada Cultural.
As maneiras de reduzir o risco de epidemia de dengue em São Paulo foram explicadas pela coordenadora do programa municipal de Vigilância e Controle da Dengue, Branislawa Castro, convidada a participar do CBN SP, nesta sexta, para tirar dúvidas de ouvintes-internautas:
Outras dúvidas você pode ligar para o 156 ou escrever para a gente aqui no blog.
Os eventos promovidos pela prefeitura de São Paulo, neste fim-de-semana, na Virada Cultural se concentrarão no centro da capital. Na periferia, os CEUs serão os locais que oferecerão maior atrativo ao público.
O coordenador da Virada, José Maria Gnaspini, explica em entrevista ao CBN SP a decisão da prefeitura para este ano:
Problemas técnicos impediram que este blog fosse atualizado nos dois últimos dias. Nesta sexta-feira, nossa intenção é voltar ao normal, colocar as notícias em dia, acertar as contas, postar imagens e vídeos que nos foram encaminhados, e agradecer pela paciência.
Aproveito para deixar um convite: Neste fim-de-semana, teremos a Virada Cultural na cidade e coloco o e-mail milton@cbn.com.br à sua disposição para enviar imagens, vídeos e histórias da sua virada.