Era cedo, ainda, quando o ouvinte-internauta Attílio Piraíno Filho registrou o Campo de Marte coberto pela neblina que ofereceu um contorno diferente à zona Norte da capital paulista.
Era fim de tarde, ainda, quando a ouvinte-internauta Maria Lucia Solla (nossa colunista dominical) registrou o pôr-do-sol que ofereceu iluminação especial a vegetação que eprsiste na zona Sul da capital paulista.
Ouvinte-internauta vê preconceito em decisão da Força
As afirmações do secretário-executivo da Força Sindical João Paulo Gonçalves ao Jornal da CBN ainda repercute. Desta vez, foi uma ouvinte-internauta, Simone Freire, quem escreveu protestando contra declarações que considerou preconceituosas. Juruna, como é conhecido o dirigente, criticou a prefeitura por substituir 30 funcionários de um dos centros de atendimento ao trabalhador por portadores de deficiência.
Leia a mensagem eletrônica:
“Venho através deste, esclarecer, e mostrar minha indignação, pelas;afirmações dadas pelo secretário da força sindical - Sr. João Paulo Gonçalves - "Juruna";O secretário foi infeliz talvez pela forma de expressão, ou pela ignorância da legislação, e/ou falta de convívio diário com uma pessoa deficiente, ao afirmar que julga injusto tirar um "chefe de família" de seu posto de trabalho, para dar lugar a uma pessoa com deficiência. Informo para o Sr. secretário, que existe uma lei de cota, prevendo tal direito, e além desta, há várias instituições capacitando o deficiente profissionalmente; cabe ao empregador, analisar o curriculum dos deficientes - qualificação profissional, e não a deficiência em si. Sugiro uma leitura na legislação de cota, para que não haja mais transtornos aos trabalhadores, causados pela inobservância da lei, e um convívio com os deficientes, antes de afirmar que os mesmos não são pai de família. Sr. Juruna, sou funcionária pública há mais de dois anos, e há sete sou deficiente visual total. Esclareço-lhe que minha deficiência não me tornou incapaz ou improdutiva, trabalho em igualdade com os funcionários sem deficiência, não trazendo, prejuízos a equipe de trabalho e/ou empresa.
Aproveito o momento, para externar minha gratificação pelo trabalho do Ministério público, que fez cumprir tão somente o previsto em lei.
Vicente Viscome, depois da cadeia, continua o mesmo
Denunciamos aqui no blog propaganda “disfarçada” usada pelo ex-vereador Vicente Viscome que depois de cumprir pena de prisão pretende voltar à Câmara Municipal. Agora, o Tribunal Regional Eleitoral entendeu que as placas para porta de garagem e cadernos de receita distribuídos na região da Móoca se caracterizavam como propaganda eleitoral fora de época. E o juiz auxiliar da propaganda da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Cláudio Luiz Bueno de Godoy, multou Vicente Viscome em R$ 21.282,00.
Os livros de receita estampavam a fotografia dele e o material tinha dizeres tais como "Justiça seja feita em 2008" e "Esse é trabalhador". A representação foi proposta pelo Ministério Público Eleitoral.
A propaganda eleitoral somente é permitida a partir de 6 de julho do ano da eleição, a fim de que haja equilíbrio na disputa eleitoral.
Funcionava uma fábrica de pneus reciclados no local que se incendiou no fim da madrugada desta segunda-feira. Eram 5h47 quando o fogo se iniciou, na avenida Miguel Yunes. A fumaça grossa atrapalhou o trânsito em céu e terra. Os pilotos foram alertados para a dificuldade de visibilidade no aeroporto de Congonhas e um trecho da Yunes teve de ser interrompido. A repórter Cátia Toffoletto assim que chegou por lá registrou as imagens acima para compartilhar com você.
“Tudo acontece no banco de trás (do táxi)”. A frase do motorista Davi Francisco da Silva, há cinco anos na praça, vem acompanhada de uma série de idéias que surgiram na conversa com os passageiros ou do olhar atento às coisas da cidade. Do ouvido, também. Já que ao ligar o rádio soube que em apenas um dia de funcionamento oito pessoas haviam sido atropeladas no corredor de ônibus da avenida Rebouças, mesmo número de soldados americanos mortos na Guerra do Iraque.
“Peguei um projetinho, botei embaixo do braço e fui até a Câmara Municipal”, disse Davi que não foi levado a sério nas primeiras visitas que fez ao gabinete dos vereadores. No 156, que considera “um dos piores serviços prestados pela prefeitura”, não conseguiu ser ouvido. Demorou um pouco, mas uma das propostas que havia sugerido foi adotada pela Companhia de Engenharia de Tráfego: reduzir a velocidade máxima no corredor para 50 km/h.
Para salvar pedestres e tornar o trânsito menos selvagem, Davi sugere que a CET invista em semáforos com temporizador que informam o tempo que falta para fechar. Já tem em cidades do Grande ABC, mas na capital ainda está em teste.
Hoje, calcula que sejam 33 mil motoristas de táxis na cidade que circulam boa parte do tempo com o carro vazio, aumentando a despesa pessoal e o congestionamento. Para Davi, a prefeitura deveria permitir que os taxistas usassem os pontos de parada que estivessem liberados (sem táxis) enquanto aguardassem passageiros: “Se vou para zona norte com passageiro, sou obrigado a voltar para meu ponto do outro lado da cidade, mesmo que esteja com o carro vazio”.
Uma proposta polêmica entre os taxistas é defendida por Davi. Reduzir a tarifa da bandeirada, tornar a corrida mais barata e vantajosa, capaz de motivar o paulistano a deixar o carro em casa em troca do táxi. O sindicato que representa a categoria, comandada por um presidente que só faz política e está fora da praça há décadas, nem aceita discutir a idéia.
Reeducar os motoristas, não apenas os profissionais, é outro caminho defendido por Davi. Ele ficou envergonhado ao visitar Vitória do Espírito Santo e não entender o sinal que um pedestre fez quando se aproximou da faixa. “Será que ele precisa de táxis ?”, perguntou à esposa. “Você é paulista mesmo, ele só levantou o braço prá atravessar a rua. Você tem de parar o carro”, respondeu a moça que era da terra.
Se reclama do que acontece em São Paulo, se propõe projetos para torná-la melhor, se luta contra idéias ultrapassadas, é por um único motivo: “Eu amo São Paulo”.
Cansado de assistir ao desrespeito de motoristas que estacionam em cima da faixa de segurança, o advogado Emerson César Gomes, ouvinte-internauta da CBN, passou a fotografar irregularidades. Estas ocorreram próximas da praça Nossa Senhora do Ó, no bairro Bela Aliança.
Lançar a campanha “Calçada Plana” aos moldes do programa “Cidade Limpa”, em São Paulo, foi a sugestão que apareceu escrita em uma das dezenas de papéis que me foram encaminhadas a este mediador no debate sobre mobilidade urbana que abriu o 1o. Fórum Nossa São Paulo, semana passada. A idéia havia sido endereçada a Asuncion Blanco que, apesar de ter trabalho voltado às pessoas da terceira idade, representou - e muito bem - os pedestres e portadores de deficiência.
(Você sabia que 11% da população paulistana é portadora de deficiência ?)
Asuncion puxou a orelha de todos nós. Começou pelas entidades de engenheiros e arquitetos que deveriam cobrar de seus associados o respeito a lei. Defendeu que o proprietário cuide de sua calçada, como prevê a legislação municipal, porque a prefeitura mal dá conta do recado que lhe cabe. Da administração, cobrou fiscalização rígida e inteligência. Ela lembrou que os postos de combustíveis foram obrigados a trocar seus tanques, mas esqueceram de pedir que adaptassem os acessos. É proibido, apesar de corriqueiro, o rebaixamento total da calçada para facilitar a entrada dos carros.
Na capital, morrem dois pedestres por dia. Parte destes “crimes’ poderia ser evitada com sinalização correta na pista e respeito do motorista, reclamou Asuncion Blanco.
A simplicidade, aliás, foi o fio condutor das propostas apresentadas por ela.
A representante dos pedestres chamou atenção dos subprefeitos que poderiam começar a preservar as calçadas no entorno da sede onde trabalham, além de eliminarem a sujeira que atravanca o caminho do cidadão (lixeiras, postes, bancas de jornais irregulares, etc).
Avalanche Tricolor: Para Míriam e Lúcia não reclamarem
Seneme foi tão chato quanta as traves que impediram o gol do Grêmio
Grêmio 0 x 0 Flamengo
Estádio Olímpico - Brasileiro
Uma trave incomoda muita gente, duas traves incomodam muito mais. Um juiz incomoda muita gente, Wilson Luiz Seneme e seus auxiliares incomodam muito mais. Junta tudo isso em campo e mesmo que tenhamos dois ex-campeões do Mundo, da Libertadores e do Brasil tentando jogar futebol, o torcedor vai para casa sem assistir aos gols que tanto gostaria. E torcedores não faltaram no estádio Olímpico, na tarde deste domingo. Mais de 42 mil estiveram por lá na certeza de que veriam um jogo no qual o destaque fossem os jogadores, não o árbitro que se atravessou no caminho do bom futebol, chegou a tirar uma bola dos pés de Roger, impedindo um contra-ataque gremista, e esqueceu que se o adversário é derrubado dentro da área tem de marcar pênalti.
Traves e juízes incomodam a todos. E torcedor chorão, muito mais. Por isso, fico por aqui com o consolo de que se o goleiro Bruno, do Flamengo, tirou o time nas costas (ou nas mãos) era para não entristecer as minhas colegas de manhã, Lúcia Hippolito e Miriam Leitão, que nos últimos tempos andavam cabisbaixa com os resultados de seu time.
Esse beijo que há tempo espreita ansioso por entre teus lábios entrefechados é meu Tem hora que no impulso sem jeito acorrentada e covarde tenho ganas de arrancá-lo dali Com unhas e dentes Impaciente faminta
Mas talvez não o deva colher verde
Quero esse beijo cultivado Quero dele a fagulha da vida que venha incendiar meu alento Sem medo na entrega sem freio e sem pudor
O beijo que reaviva no corpo o ardor num simples roçar com hora pra começar e pra nunca mais acabar
O beijo que traz atrelado um olhar tão amoroso límpido divino que venha arejar meus cantos estagnados de ontem fazer ensolarar meu hoje e pavimentar de estrelas os caminhos de amanhã
Não me serve um beijo qualquer que desse tipo não sou mulher
Se o teu desejo é prendê-lo negando-lhe a chance à vida atenção amarre-o bem porque vejo que está à beira de se soltar
Mas se a força e o desejo desse beijo forem tais como pressinto e ele ao se libertar aportar nos meus lábios sedentos vou ajoelhar-me em contrição entregar-me sem reserva no sagrado e no profano e salvar a Terra
Será o beijo redentor o renascer do Salvador e o sepultar de toda e de cada dor
Maria Lucia Solla é professora, terapeuta e autora do livro “De bem com a vida mesmo que doa”, lançado pela editora Libratrês. Aos domingos, está neste blog com textos sobre o cotidiano.
Ilustração da pesquisa do Datafolha com a evolução da pesquisa à prefeitura de SP
A superexposição do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), resultado da maratona de inaugurações programada para o período pré-eleitoral, não foi suficiente para "bombar" a candidatura dele, segundo o Instituto Datafolha. Na disputa à prefeitura de São Paulo, a ministra Martha Suplicy (PT) tem 30% das intenções de voto enquanto Geraldo Alckmin (PSDB) tem 29%. Empate técnico que permanece desde a pesquisa anterior. Para o atual prefeito restou o terceiro lugar com 15% das intenções de voto. Ninguém variou acima da margem de erro que é de 3%.
Na prefeitura, havia quem apostasse em desempenho melhor para esta rodada, principalmente pelo apoio explícito do governador José Serra (PSDB) a Kassab.
Para entender melhor como está a disputa visite o site do Instituto Datafolha, mas não deixe de postar a sua opinião.
Qual sua opinião sobre a disputa para a prefeitura de São Paulo ?
Apressadinho é multado por propaganda fora de época
A nota abaixo divulgada pelo TRE é alerta aos apressadinhos que já colocaram a campanha na rua antes do período eleitoral ter se iniciado oficialmente. Se você rodar pela cidade vai ver que tem muita gente tentando enganar o legislador. Imagine se forem eleitos: "A juíza auxiliar da propaganda eleitoral Maria Sílvia Gomes Sterman multou Aníbal de Freitas Filho e a revista SP1 Editora Ltda em R$ 21.282,00, cada um, por propaganda antecipada. Conforme a decisão, Freitas teria assinado editorial na publicação contendo matéria elogiosa que exaltava suas qualidades pessoais e profissionais, inclusive com fotos ao lado do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. A tiragem da revista é de 30 mil exemplares. A representação foi proposta pelo Ministério Público Eleitoral.
Segundo a juíza, não se trata de mera entrevista jornalística. No conteúdo da publicação, Freitas "traz à tona, ainda que de modo subliminar, a busca da vereança paulistana, expondo sua plataforma política e especificando o que fará caso seja eleito". Sterman conclui ainda que "está configurada a propaganda fora época, ficando claramente demonstrado o liame entre a matéria veiculada e o pleito municipal que se avizinha".
A legislação eleitoral permite a propaganda eleitoral somente a partir do dia 6 de julho do ano da eleição.
“A maior parte dos funcionários demitidos são fundamentais para a plena operação das duas unidades ... “
“A notícia, ainda não comunicada aos funcionários, sem dúvida, causará enorme tumulto em toda a equipe ...”.
Estes são dois trechos do ofício enviado ao Ministério do Trabalho alertando para os riscos que a demissão de 30 funcionários dos Centros de Atendimento ao Trabalhador poderia provocar no funcionamento do serviço. O documento foi assinado em 9 de maio e protocolado três dias depois, segundo anexo que você vê acima.
Após o alerta, o serviço prestado a pessoas em busca de vagas no mercado ou do seguro-desemprego ficou paralisado durante dois dias, pelo menos, em São Paulo.
Reproduzo o ofício apenas para refrescar a memória do secretário-geral da Força Sindical João Carlos Gonçalves, o Juruna, que negou a existência do documento em entrevista ao Jornal da CBN, postada neste blog, apesar dele próprio ter assinado.
Alguém se atreveria a dizer que não foi esquecimento, foi mentira.
Prefiro acreditar que as denúncias que atingem o principal líder da entidade, Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), e os problemas “técnicos” nos CAT, nas últimas semanas, tenham levado o dirigente da central sindical ao lapso de memória.
Carlos Córdoba falou no Forum da experiência em Bogotá (foto: Paulo Fehlauer)
O movimento, que inspirou todos os outros que participaram dos debates dessa sexta - inclusive o dono da casa, foi formado em 1997 na capital da Colômbia por três empresas, a Casa Editorial El Tiempo (que edita o principal jornal do país), a Fundación Corona e a Cámara de Comercio de Bogotá, com o objetivo de levantar dados sobre qualidade de vida da capital colombiana e confrontá-los com as promessas feitas durante as campanhas para prefeito. “Não somos uma ONG, nem queremos ser. Somos um grupo de cidadãos interessados em monitorar a qualidade de vida, sem tendências politicas, cujo objetivo é tentar ver as mudanças na qualidade de vida da gente.”
Onze anos depois, Córdoba conta, orgulhoso, que os indicadores da cidade mudaram. “Há 17 anos, a taxa de homicído de Bogotá era 84 casos por 100 mil habitantes. Agora chegamos a 18. Tínhamos 76% de alfabetizados. Agora são 98%. Os impostos não eram pagos por 42% da população e agora esse número caiu para 1%”.
Trechos da reportagem de Elisa Estronioli, do projeto Repórter do Futuro, sobre entidade Bogota Cómo Vamos que participou do 1o. Forum Nossa São Paulo. Para ler a reportagem completa acesse aqui.
Organizações intervêm no modelo de urbanização em Buenos Aires
Rodolfo Macedo trouxe experiência de Buenos Aires (foto: Paulo Fehlauer)
Estagnação do desenvolvimento a partir da década de 70, chegando à década de 90 em situação catastrófica: extrema desigualdade, desemprego, e geração bolsões de pobreza nas periferias. Essa descrição poderia ser facilmente atribuída a São Paulo, mas é de Buenos Aires, feita pelo professor da faculdade de arquitetura dessa cidade, Rodolfo Macedo.
“Buenos Aires tinha dinheiro, mas não tinha idéias, e os investimentos errados estavam causando problemas determinadas regiões”, diz o professor. Por isso, a Universidade de Buenos Aires resolveu interferir na gestão da cidade, juntamente com outras 300 organizações e a sociedade.
Estes são dois trechos da reportagem de Juliana Belda, do projeto Repórter do Futuro, sobre um dos encontros do 1o. Forum Nossa São Paulo. Acompanhe a reportagem completa clicando aqui
Imagem feita por Itamar Aguiar e publicada no site em homenagem ao centenário de Mário Quintana
Estou sentado sobre a minha mala No velho bergantim desmantelado... Quanto tempo, meu Deus, malbaratado Em tanta inútil, misteriosa escala!
O poema de Mário Quintana que você ouve neste sábado, na interpretação de Milton Ferretti Jung, foi publicado em "A Rua dos Cataventos".
Quintanares foi apresentado, originalmente, na Rádio Guaíba de Porto Alegre e, a partir de arquivo familiar, reproduzo todas as terças e sábados textos do poeta na voz de Milton Ferretti Jung.
Depois de os vários serviços do Centro de Convivência Jardim Ivone, na zona Leste, terem se encerrado, os moradores da região temem agora que o telecentro também seja fechado. Os guardas municipais abandonaram o local desde segunda-feira. O entorno, está deteriorado. A calçada, destruída. E o mato, alto. Apesar do cenário registrado pela repórter Cátia Toffoletto, o subprefeito de Vila Prudente/Sapopemba, Flávio Sigolo, garante que o telecentro não fechará, será recuperado. Assim como o centro de convivência que receberá atividades para a família. Coincidência ou não, o anúncio das mudanças ocorre somente após a reportagem da Cátia.
O vereador Olívio Nobrega, líder do PR, anunciava na tribuna os motivos que levaram o partido a romper com o governo municipal e apoiar a candidatura do ex-prefeito Fernando Fernandes, do PSDB, na próxima eleição. A turma do PT em plenário não gostou e começou a xingar o vereador. Os filhos que também atuam no partido gostaram menos ainda e responderam as ofensas. O "diálogo" acabou em briga corporal e sobrou para as cadeiras na Câmara como você vê nas fotos enviadas pelo ouvinte-internauta Allan dos Reis.
Na próxima, caros vereadores, salvem as cadeiras que são patrimônio público.
"Namorada", Soninha diz que PPS terá candidato próprioO assédio político ao PPS e a vereadora Soninha é intenso nas últimas semanas. Grandes partidos (PSDB e DEM, principalmente) buscam o apoio dos socialistas em São Paulo para a eleição municipal. Ela, no entanto, insiste que o PPS terá candidato próprio e está aberto a apoio de outros partidos menores "porque os grandes jamais aceitariam".
Na entrevista ao Jornal da CBN, Soninha disse que adoraria fazer aliança com Luisa Erudina, do PSB:
Grupo de ciclistas decide perverter a ordem e invadir a ponte estaiada na qual é proibido caminhão, ônibus, pedestre e bicicleta. O interessante é que eles conseguem pedalar com maior rapidez que os carros que aproveitam a primeira semana de funcionamento da obra para experimentar o mais novo ponto de congestionamento da cidade.
O presidente americano George W. Bush experimenta uma bicicleta feita em Israel, que ganhou de presente do primeiro ministro Ehud Olmert, em Jerusalém.