Foi aqui no blog que publicamos as primeiras fotos do buraco aberto no meio do estacionamento do condomínio residencial na rua Felisberto Freire, 523, na Vila Continental. A Sabesp foi até lá, encheu a cratera de areia e pedra. Prometeu voltar.
O ouvinte-internauta Emerson Tangerino teve de voltar a carga e fez novas fotos porque até agora ninguém mais apareceu por lá. Neste frio, os moradores aguardam com um cafezinho quente os técnicos da Sabesp.
“Moro na Rua Dom Bernardo Nogueira, 696, na Vila Gumercindo. O terreno vizinho ao nosso prédio, foi comprado há 3 anos pela construtora Tecnisa, porém a demolição foi feita pela metade, o terreno foi murado e transformou-se num criatório de ratos, mosquitos da dengue e um depósito de lixo. Além disso, a vista de quem visita o nosso prédio é terrível”
O recado-fotografado é do ouvinte-internauta João Caldas que pede ação da Subprefeitura do Ipiranga contra a construtora Tecnisa, responsável pelo terreno.
Serra diz que gostaria de ser Ministro do Meio Ambiente
Após criticar política ambiental do Governo Lula, o governador de São Paulo, José Serra, respondeu de maneira bem humorada a pergunta dos repórteres que acompanharam evento em homenagem a Semana do Meio Ambiente, no Palácio dos Bandeirantes. Eles queriam saber em que condições ele implantaria as idéias que defende: - "Como presidente ou ministro do Meio Ambiente, sou mais ambientalista do que muitos imaginam", respondeu.
Tucanos alckmistas que estavam próximos aproveitaram o clima e de canto de boca comentaram: "Já está se escalando para o ministério do Alckmin, em 2010"
Uma série de propostas na área ambiental será encaminhada aos candidatos a prefeito e vereador, pela ONG SOS Mata Atlântica. A organização também pretende dar subsídio ao eleitor para que este possa cobrar de seu candidato posturas ambientalmente responsáveis. No site da ONG haverá possibilidade de as pessoas registrarem o nome do candidato e a promessa que este fez em relação ao meio ambiente, para que, se eleito, possa ser cobrado.
Ouça a entrevista de Mário Mantovani, da SOS Mata Atlântica, ao CBN SP:
A placa está lá, com todas as letras e palavras, com seu signficado bem claro e só os mal-educados não entendem seu pedido. A placa e a mulher foram fotografadas pela "Paparazzo do Cidadão" Cátia Toffoletto, no sábado, na Afonso Sardinha, no bairro da Lapa.
Perguntada pelos motivos que a levaram a jogar o lixo no local, a senhora respondeu: "Todo mundo joga aqui, eu jogo, também".
Reproduzo trechos de mensagens enviadas neste fim de semana durante a apos debate promovido pelo CBN SP sobre caminhos para termos uma cidade sustentável:
“Sabemos que vivemos num mundo consumista. Isso desencadeia uma séria de atitudes de depredação do meio ambiente na produção de bens de consumo em todos os campos. Como trabalhar ou educar para um consumo consciente em coisas concretas. Não é necessária uma atitude política de consumo? Como fazer isso ? ( Ivonete Kurten)
“Não seria interessante a criação de um imposto ambiental gradativo. Um exemplo: um pedágio seletivo urbano - quanto mais pessoas num carro mais barato o pedágio”. (Hélcio Tersariol)
“Gostaria que vocês falassem um pouco de qual deve ser o papel, o posicionamento das empresas em relação à problemática ambiental da cidade. Como incentivar mudanças, motivar pessoas, funcionários? ( Gabriela Appugliese)
“Embora eu esteja, também, mais ligado à busca de soluções a curto e médio prazos (tecnologia), a solução buscada só pode ser encontrada de uma forma: EDUCAÇÃO”. ( Doron)
Pesquisa apresentada no ano passado, mostrava que bastavam oito minutos para o motorista perder a carteira de habilitação, em São Paulo, devido as irregularidades cometidas no trânsito. O estudo do professor Horacio augusto Figueira, que já conversou com a gente algumas vezes no CBN SP, fica evidente nas imagens enviadas pelo ouvinte-internauta Roberto de Oliveira.
“Tem se falado tanto do assunto, de soluções para melhorar o trânsito caótico de SP, mas a falta de bom senso e o desrespeito das pessoas em conjunto com a falta total de fiscalização, já ultrapassaram os limites”, escreveu Roberto que está colecionando fotos de infrações e desrespeito às leis de trânsito, ao próximo e à vida.
Ele conta que “todos os dias passo e ando pela Av. Brigadeiro Faria Lima e vejo vários caminhões circulando ou estacionados em local proibido, descarregando mercadorias - principalmente bebidas. Sendo esta zona de circulação restrita – entre a JK e a Rebouças, como acreditar que a nova lei que restringe caminhões durante o dia, numa área muito maior do que a que está em vigor hoje, vai dar certo ?”.
Julian Gallo é jornalista argentino destes que descobriram há muito que somos multitarefa e as redações precisam enxergar este momento proporcionado pelas novas tecnologias. No blog dele, da semana passada, Julian publicou imagem de equipamento eletrônico que atenderia as novas exigências do mercado.
A câmera Flip Vídeo foi sugerida por Jeff Jarvis, espécie de Ethevaldo Siqueira deles, custa em torno de US$ 110,00 e pode armazenar cerca de 30 minutos de vídeo. O material gravado pode ser enviado, diretamente, para o You Tube como alguns telefones celulares (o Iphone é um exemplo) já conseguem fazer.
Um traquitana destas nas mãos da Cátia Toffoletto seria um “sucesso de público”. Com um celular mequetrefe, ela já consegue registrar, todas as manhãs, imagens e histórias para a coluna “Canto da Cátia” publicado neste blog.
É cada vez mais comum, apesar dos esperneios, a figura do “jornalista móvel” ou na sigla em inglês Mojo (Móbile Journalist).
Para mais informações e links sobre o tema visite o blog Mirá, assinado por Julian Gallo .
Lixões a céu aberto, contaminando o solo e água, destruindo o meio ambiente e influindo na qualidade de vida dos moradores. Realidade que persiste em 143 cidades paulistas, segundo levantamento da Secretaria Estadual do Meio Ambiente que começa a interditar os aterros considerados críticos. Nesta segunda-feira, a ação ocorre nas cidades de Mongaguá, Itanhaém, Itapecerica da Serra e Araras.
Mesmo tendo sido alertados para os riscos e a situação degradante nestas áreas, pouco teria sido feito para melhorar as condições em que os resíduos residenciais são armazendas nestas quatro cidades. Em Itapecerica, o lixão está em área de mancial; Mongaguá e Itanhaém são estâncias balneárias; e Araras despeja chorume diretamente em manancial, segundo a Cetesb.
A interdição dos quatro aterros sanitários faz parte do programa Lixo Mínimo da Secretaria Estadual do Meio Ambiente que pretende reduzir a quantidade de lixões no Estado. E exige que os municípios se encontrem em situação inadequada apresentem um plano de recuperação para seus aterros.
“Situação desesperadora”. Foi assim que uma das professoras contratada pelo Projovem – Programa Nacional de Inclusão de Jovens -, em São Paulo, descreveu a situação dela e suas colegas. Sem pagamento e sem vale-transporte, os profissionais vem enfrentando cada vez mais dificuldades para desenvolver o trabalho previsto no programa.
De acordo com a Secretaria Nacional da Juventude, a falta de dinheiro deve-se a bloqueio determinado pelo Ministério Público de São Paulo. Os professores dizem que a medida foi adotada por irregularidades constatadas no programa. A Secretaria afirma, por nota, que está senda acertada uma reunião entre o Minsitério Público de São Paulo, a Prefeitura de São Paulo, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação e a coordenação nacional do Projovem para acertar as questões administrativas para o desbloqueio do dinheiro”.
Os “cabecinhas” estão soltos na cidade de São Paulo. Aparecem com destaque nos carros travados nos congestionamentos da cidade. Os vidros escuros tentam disfarçar a presença deles, mas basta cerrar os olhos e logo eles surgem. Costumam sair de casa sozinhos, ocupando carro para cinco, seis e até sete lugrares. Andam sozinhos. Assim vão trabalhar. E, assim, voltam para a casa.
Com a intenção de oferecer-lhes companhia, o ouvinte-internauta do CBN SP, Cido, montou o site Ecarona, que pretende se transformar em um espaço no qual as pessoas se encontram e podem trocar informações com o objetivo de fechar esquema de carona. O sistema é de graça e bastante simples, bastando fazer um cadastro como caronista, caroneiro ou ambos, dependendo as necessidades.
Clique e veja outras imagens da varrição no álbum do CBN SP no Flickr
A chuva não espantou a turma da Zeladoria do Planeta do Brasil que, todo mês, passa a mão na vassoura para limpar pontos tradicionais da cidade. Neste domingo, sob o comando do empresário Hideaki Iijama, a ONG mobilizou seu pessoal na Avenida Paulista e a fotógrafa Luci Júdice Yizima registrou este momento de cidadania para você que acompanha o blog.
Nos anos 70, tive um dos encontros mais emocionantes e significativos da minha vida, mas hoje percebo que a emoção e o significado desse encontro continuam a se revelar, como se revelavam as fotos Polaroid. Tudo vai lenta e magicamente tomando forma, e eu vou me dando conta da imagem que se forma. Dos seus contornos, que nunca se completam definitivamente. Diferentemente do sistema Polaroid, as imagens na vida nunca terminam de ser reveladas. Aí reside a magia.
Foi preciso adiantar minha partida para Roma, onde iria morar e estudar, por alguns meses, porque tinha recebido um dos melhores presentes da minha vida; um encontro com o guru dos Beattles. Foi com esses termos que o presente me foi desembrulhado. Congelei e incendiei ao mesmo tempo. Meu coração não sabia se batia ou se apanhava. Nunca fui boa com bagagem. Fico tão embasbacada na frente do guarda-roupa, da biblioteca e do armário do banheiro, quanto na frente do maître, quando me entrega solenemente o cardápio. No entanto, minha alma veio em meu socorro e acabou dando tudo certo.
Quanto ao meu coração, hoje compreendo porque, durante a estadia num dos hospitais da cidade, semana retrasada, exames e médicos não conseguiram decodificar sua cadência. Imagino que desde o encontro com Maharishi Maheshi Yogi ele nunca mais foi o mesmo. Num lindo prédio antigo, uma senhora me recebeu, dizendo que ele aguardava na sala ao lado. Eu devia entrar. Bati, e ele disse, entre! Fechei a porta atrás de mim. A sala era enorme, e ele estava sentado de costas para a porta, num grande sofá de três lugares. Só podia ver seus longos e despenteados cabelos negros. Comecei a caminhar em sua direção e ele disse, pare! Levantou a mão direita e acompanhou com gestos quando disse, venha, e pare, por mais duas vezes. Sempre de costas para mim. Não titubeei. Obedeci. Andei e parei, segundo o seu comando. Ele procurava ouvir o meu ser, antes de olhar para mim. Queria ter certeza do que havia dentro do pacote, antes de abrir o embrulho. E disse que eu era música. Ficamos mais de uma hora, sentados de frente um para o outro e ele me falou de mim e da vida, segurando as minhas mãos. Transmitiu-me uma doçura e firmeza que eu não sabia pudessem andar lado a lado.
Anos depois, no início dos anos noventa, fui levada à prática da Meditação Transcendental, por um problema de saúde, e só então me dei conta de quem era aquele ser, e de sua real importância. Eu voltava para ele, através dos seus ensinamentos, que nada mais eram do que fechar os olhos, aquietar a mente e ouvir meu verdadeiro ser. Como fizera comigo.
Ontem fui meditar no Templo Zulai, um templo budista, e pensei nele. Reforcei minha crença de que não há fronteiras na busca do divino. Rótulos estabelecem limites e deflagram guerras, e a meditação, está no extremo oposto de qualquer tipo de guerra. É só olhar para dentro, na quietude, e perceber que nossa origem e nosso destino, de todos nós, são os mesmos.
Frio, muito frio. Assim foi o sábado. Logo cedo havia saído de casa para apresentar o CBN SP. Valeu acordar cedo. A conversa foi boa com os ambientalistas que estiveram no estúdio. Não conhecia duas delas, Nina e Marússia. Bocuhy é índio velho de guerra. Testei um novo formato para o blog. Aproveitando a presença deles, ao vivo, gravei rápido depoimento em meu celular para postar neste espaço (veja o da Marússia logo abaixo). Ainda preciso ajustar a qualidade de som e vídeo, mas gostei da experiência.
À tarde, assisti ao torneio de videogame promovido na livraria Siciliano, do Shopping Anália Franco. Uma garotada divertida dirigindo carrinhos virtuais em busca de mais diversão. Mesmo lá dentro, o café quente foi a opção para fugir do frio. Do lado de fora, no primeiro semáforo, a constatação de que a cidade, de sul a leste, e oeste, também, está dominada pelos investidores do setor imobiliário. Meu carro ficou cheio de papéis com ofertas de apartamento. Aqueles que a Lei Cidade Limpa proíbe, mas para a qual imobiliárias e empreendedoras dão de ombros.
No fim da tarde, com a temperatura ainda mais baixa ficar embaixo do cobertor foi, sem dúvida, a melhor das opções. Um copo de vinho para acompanhar alguns petiscos que apareceram à minha frente completou o início da noite. Na TV, aqueles programinhas sem graça, filmes sem emoção e futebol ... bem, de futebol, a gente fala quando a temperatura aumentar.
Ao fim da discussão sobre como transformar São Paulo uma cidade viável, convidei os participantes a gravarem depoimentos sobre o que fazem para melhorar a qualidade de vida na capital paulista.
Ouça o que diz a ambientalista Marússia Whately, do Instituto Sócio-Ambiental:
Pense sobre o comportamento da ambientalista Nina Orlo, do Movimento Nossa São Paulo É Outra Cidade para que se tenha uma cidade melhor. Aproveite para contar a nós o que você faz por uma cidade viável.
Com pouco mais de 23 mil moradores, Ilhabela é o único município-arquipélago marinho brasileiro, no litoral Norte de São Paulo. E foi para ouvir a opinião dessas pessoas das quais depende o futuro desta região que o Movimento Nossa Ilha Mais Bela patrocinou pesquisa apresentada, neste sábado. Uma das constatações mais perigosas para o destino da Ilhabela: os moradores não souberam dizer o que é cidadania e democracia.
O coordenador do Projeto Educação Para o Voto, do Movimento Nossa Ilha Mais Bela, José Valério Macucci, explica os efeitos deste comportamento: