Carta de Pocker: Carrinho assusta pedestre, na Paulista
O novo serviço prestado pela seguradora tem causado reclamação de alguns pedestres que passeiam pela Avenida Paulista. O piloto do Segway é mecânico e se desloca pela avenida para atender motoristas segurados pelo banco que tenham problemas no carro. A Mônica Pocker ouviu uma das senhoras que passava pelo local reclamar da utilização deste carrinho elétrico na calçada. A velocidade é limitada em 20 km/h e o piloto não soube informar se poderia haver alguma restrição a uso do equipamento. A Mônica ainda lembrou que o carrinho funciona como um "outdoor" ambulante e poderia ferir a Lei Cidade Limpa. Agora o outro lado
O gerente da Avenida Paulista João Maradei informado pelo CBN SP sobre o serviço prestado pela seguradora afirmou que vai notificar a Bradesco Seguro por entender que o uso do segway com publicidade fere a lei Cidade Limpa
A sujeira do ar que costumamos sentir nos pulmões é o foco desta imagem feita pelo ouvinte-internauta Marcos Paulo Dias, agora pela manhã, na rua São Carlos do Pinhal sobre a avenida Nove de Julho. Apesar da melhora no tempo, o clima ainda é seco e a atenção com os níveis de poluição deve ser redobrada. De acordo com as informações da Patrícia Madeira, da Climatempo, no fim de semana a situação melhora um pouco, mas segunda-feira nos aguarda com o ar muito seco, novamente.
A polícia técnica divulgou, nesta madrugada, o retrato-falado das duas pantufas que teriam sido compradas pelo líder da quadrilha que mantém ramificações em São Paulo e Taiaçupeba. A imagem foi feita com base em informações transmitidas por testemunhas que vagueiam durante a madrugada nos corredores da rádio CBN. Com este material e as provas já levantadas (vide notícia no dia de ontem), o delegado responsável pelo caso pretende concluir o inquérito em poucos dias, segundo revelou a este blog.
O bairro é nobre, o comportamento nem tanto. O ouvinte-internauta Armando Ítalo encontrou o entulho despejado "confortavelmente" na calçada da rua Braz Cardoso, atrás da Escola Estadual Martim Francisco, na Vila Nova Conceição. Ele ressalta que a diretoria da escola teria solicitado várias vezes para que a prefeitura recolhesse este lixo, sem sucesso como mostra a imagem.
Agora o outro lado
A Subprefeitura de Vila Mariana responde:
"Em resposta ao ouvinte Armando Ítalo, de Vila Nova Conceição, A Subprefeitura de Vila Mariana informa que enviará uma equipe de limpeza , neste sábado(19), ao local, para a remoção do entulho descartado ilegalmente na via. Aproveitamos a ocasião para lembrar da existência do Ecoponto Mirandópoles, situado na esquina da Avenida José Maria Whitaker com Senador Casimiro da Rocha, lá os munícipes podem descartar gratuitamente até 1 m³ de matérias provenientes de reformas, demolições, além de madeiras que serão destinados pela Prefeitura aos aterros e centrais de triagem. O Ecoponto funciona de segunda a sexta-feira das 8:00 às 17:00 horas."
Da gaveta: Dono de Iphone corre risco de pegar cadeia
No bom caderno de informática do Estadão, o colunista Pedro Doria escreve artigo, nesta semana, com o título “Cadeia para quem usar Iphone no Brasil ?”. Ele critica parte do texto da lei contra crimes digitais do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), aprovada no Senado. Transformado em lei da forma como está escrito, qualquer um que desfilar com seu Iphone desbloqueado na cidade corre o risco de pegar três anos de cadeia. Para entender melhor o debate, sugiro uma visita no Link.
Eu, por via das dúvidas, a partir deste momento e até que o texto seja modificado, nego, veementemente, algum dia ter feito ligações telefônicas, navegado na internet, ouvido música, postado textos e tirado fotografias para este blog em meu Iphone. Meu ? Ops ...
“Lembro sempre de ir ao circo porque me fascinava a figura da bailarina que dançava no dorso do elefante”. A frase é da ministra Dilma Rousseff, lembrando a infância em Minas Gerais, em entrevista a revista semanal L’espresso que ainda guardo na mala que me acompanhou na viagem à Itália. O jornalista Oscar Piovesan, em reportagem de duas páginas, apresenta “a mulher forte do governo e candidata a sucessão” do presidente Lula.
Além de uma foto na qual Lula e Dilma conversam ao pé do ouvido, o Brasil é representado por quatro imagens que dividem espaço com o texto: da Bovespa, do Palácio do Planalto, do Hotel Unique (SP) e de uma esfumaçada refinaria de álcool.
Ao mostrar o passado de “terrorista e de tortura”, vivido por Dilma, e o cenário atual no qual responde com personalidade as denúncias de vazamento de dossiê e negociatas na venda da Varig, a reportagem conclui que a ministra se prepara para “dançar no dorso de um elefante chamado Brasil, como sonhava fazer quando menina”.
O diálogo do Carlos Magno Gibrail com os ouvintes-internautas é bastante interessante e sempre gera desdobramentos do texto que ele escreve nas quartas-feiras, aqui no blog. Tomo a liberdade de destacar, hoje, o bate-papo sobre o procedimento adotado pelos bancos brasileiros.
Começo com o comentário do ouvinte-internauta Armando Ítalo:
“Um grande banco aboliu o uso das portas giratórias. Com esta iniciativa, os clientes ficaram mais satisfeitos”
Agora, a fala do Gibrail:
“Prezado Armando, a SIAMAR, empresa que distribui vídeos de treinamento, tem um "case" de um banco regional nos Estados Unidos que obteve grande sucesso adotando pequenas simpatias aos clientes, tais como abolir as canetas com fios de segurança . Se os clientes quiserem levar, que o façam, mesmo porque são canetas de brinde, com a marca do banco. Aqui, os bancos disponibilizam canetas presas com correntes. Que tal oferecer canetas como material promocional, com grande logotipo do banco? É a marca do banco entrando nas empresas e nas casas dos freqüentadores do Banco. Mais Benefício que Custo, certo?"
Máfia das Carteiras: Promotor teme pela investigação
Todos os 22 nomes envolvidos na investigação sobre a Máfia das Carteiras de Motorista, que atuava na cidade de Ferraz de Vasconcelos, em São Paulo, estão soltos. E o promotor Marcelo Oliveira teme que provas sejam destruídas (como já o foram, logo no início da operação) e o processo se alongue tanto que o caso caia no esquecimento e a quadrilha volte a agir:
Kassab compara superintende da CET a prima e tia dele
O prefeito Gilberto Kassab (DEM) estava visivelmente incomodado com a afirmação feita pelo superintendente de tráfego da CET Eduardo Macabelli (que você ouve na nota abaixo). Ao ser perguntado sobre o assunto pela repórter da CBN Simone Queiroz desautorizou o funcionário da companhia a dar opinião sobre a falta de fiscalização de trânsito na 25 de Março.
O curioso é que o superitendente da CET foi escalado pela própria companhia para falar sobre o tema. Mas para o prefeito, só o Secretário Municipal dos Transportes, Alexandre de Moraes, pode falar pela CET. É ele quem acumula o cargo de presidente da companhia desde a saída de Roberto Scaringella.
Ouça a entrevista do prefeito Gilberto Kassab (DEM) sobre a afirmação do superintenden de tráfego da CET Eduardo Macabelli:
O abuso de vendedores ambulantes que estacionam seus carros em local proibido, na rua 25 de Março, em São Paulo, tem sido destacado há três dias pela repórter Simone Queiroz. Segundo levantamento feito por ela, os veículos, quase sempre os mesmos, chegam de madrugada e são usados para a exposição de produtos, muitos de venda ilegal. Nem mesmo a presença de fiscais da CET impede a irregularidade que entre outras coisas prejudica o fluxo de carros na movimentada rua de mercado atacadista.
Hoje, Simone Queiroz entrevistou o superintendente de tráfego da CET Eduardo Macabelli que foi claro ao dizer que os fiscais de trânsito precisam do apoio de fiscais da Subprefeitura da Sé e da Guarda Civil Metropolitana para multar, pois temem represálias dos infratores. Macabelli informou que está em entendimento com os demais órgãos para fazer uma ação conjunta.
É bom lembrar que CET, GCM e subprefeitura tem um só chefe, o prefeito.
O chefe da Quadrilha da Pantufa está sendo desmascarado. A nota fiscal acima, que faz parte do Dossiê HB, encaminhado a este jornalista-blogueiro por agentes secretos, comprova a aquisição de dois “esquenta-pé” em loja nas proximidades de Taiaçupeba, onde o mesmo mantém um dos seus QGs. Atente para o detalhe da descrição da pantufa. Uma no formato “gato” e outra no “cachorro”.
O material teria sido apreendido na escrivaninha do escritório do jornalista Heródoto Barbeiro. Segundo informações extra-oficiais, haveria imagens do circuito interno da emissora a comprovar o uso das mesmas nos corredores da CBN, em horário de pouco fluxo de pessoal, entre 5h30 e 6 horas da manhã.
Aqui neste blog, a gente mata a cobra (o gato e o cachorro-pantufa, também) e mostra o pau. Ao contrário do que faz o nosso colega.
Durante um mês, o mestre Heródoto Barbeiro usou de seu talento de historiador para descrever as férias deste jornalista-blogueiro. Forjou um diário de bordo no qual aulas de castanhola e sapateado e visitas às arenas de tourada, na Espanha, fizeram parte. Fatos que eram confirmados pela cumplicidade de suas colegas de trabalho. Até agora não foi capaz de apresentar as provas sobre o meu roteiro turístico.
De um lado, o Imortal Tricolor. Do outro, o Leão da Libertadores. Wilson Magrão e Sandro Goiano a representar a elegância e o talento, marcas que se impõem no futebol jogado pelas duas equipes. Como dois mestres de xadrez que avaliam cada movimento de peça, o respeito ao adversário foi a característica do primeiro tempo. Uma espécie de laboratório em que cada um dos integrantes deste jogo testava o melhor caminho para chegar a meta oposta.
Estudaram tanto, estudaram tanto que se encerrou em 0 a 0. A platéia assistiu à jogadas mágicas que ludibriaram os mais atentos espectadores. A se destacar, uma tentativa de cruzamento de Carlinhos Bala, um gigante de petulância que nos representará na Libertadores no ano que vem. Ao tocar na bola, o atacante “sportivo” fez com tal precisão que esta subiu, forjou uma direção e girou sobre si mesma dezenas de vezes até tomar rumo inverso. Mesmo sem ter tocado em ninguém, o árbitro sinalizou o escanteio. (Deve ter pensado: “Um craque como Bala não seria capaz de errar um chute como esse).
O segundo tempo. Bem, o segundo tempo foi inesquecível. Deslocamentos rápidos, esforço incomensurável para dominar a bola (esta parecia ter vida própria e buscava o seu destino, na maioria das vezes diferente do pretendido pelos jogadores), marcação precisa e gol. Aliás, quatro gols. Com o placar variando do 0 a 1 para o 1 a 1 e do 1 a 2 para o 2 a 2 em uma velocidade estonteante.
Apito final. Os guerreiros de ambos lados estavam exaustos e recompensados. A bola, também. Para ser preciso: a bola estava muito mais exausta do que recompensada.
O elevador acima, bonito e vistoso, está na estação Dom Pedro II, do Fura-Fila. Segundo o ouvinte-internauta Daniel Aveiro , há cinco meses que freqüenta o local e o equipamento está desativado: "Será que instalaram um elevador quebrado já de cara?".
Ou talvez estejam esperando o prefeito passar por lá para inaugurar o elevador.
Máfia dos Fiscais II: Coronéis para combater corrupção
Dois coronéis foram convocados para coibir a corrupção na Subprefeitura da Móoca, depois da descobertas de que os principais assessores do subprefeituo Eduardo Odloack estavam envolvidos em cobrança de propina de camelôs, no bairro do Brás.
O próprio subprefeito confirmou as mudanças em entrevista ao CBN SP e disse que um dos envolvidos havia sido ameaçado de morte por impedir a ação de ambulantes e depois "trocou de lado":
Cidade Limpa: Secovi quer lei dura contra outros setores
As imobiliárias pedem que a prefeitura de São Paulo seja rígida na fiscalização também contra outros setores que infringem a lei Cidade Limpa. O pedido do presidente do Sindicato da Habitação (Secovi), João Crestana, foi feito no CBN SP, devido ao decreto que tenta impedir que o segmento continue fazendo panfletagem nos sinais de trânsito, principalmente nos fins de semana.
Ouça a entrevista de João Crestana e depois deixe sua opinião sobre o assunto:
As seguradoras não cobrem prejuízos de veículos envolvidos em acidentes de trânsito caso o motorista tenha infringido a Lei Seca. O alerta é do presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo, Leôncio de Arruda, que prevê queda no preço do seguro dentro de seis meses com a entrada em vigor da lei que restringe o uso de álcool pelos motoristas.
A participação dos coletores de papel no serviço de reciclagem é importante e pouco incentivada na cidade de São Paulo. Muitos dos trabalhadores que atuam nesta área são mal-vistos pela sociedade - e pela prefeitura, também. O ouvinte-internauta Marcos Paulo Dias acompanha diariamente a travessia deste pessoal na Nove de Julho e fez uma série de fotografias que você pode acompanhar clicando na imagem acima. Conte para a gente o que você faz para reduzir a quantidade de lixo produzida na cidade e ajudar a reciclar o resíduo sólido.
Custo-Benefício, uma relação tão fácil e tão difícil
Por Carlos Magno Gibrail
Em seu primeiro dia como Diretor Administrativo, o jovem executivo recebe um pedido de um colega de diretoria (o mais idoso e espécie de guru): comprar um prolongador metálico de lápis.
Há 30 anos, já era difícil comprar o objeto solicitado, entretanto foi encontrado na Rua 25 de Março.
A alegria estampada na hora de receber o produto só foi menor porque o Diretor Sênior foi informado que para cobrir o preço do prolongador teria que viver muito. Os lápis custavam tão pouco que não mais valia a pena utilizá-los até o fim. Perfeito. Custo suplantando o Benefício.
Ricardo Semler aboliu a revista nos funcionários de suas empresas. Segundo ele, com dupla vantagem, pois melhora o ambiente e a margem de perda é, de longe, compensada pela produtividade.
Parte das lojas de varejo possuem sistema anti-furto, que consiste de um pino colocado em cada peça e cujo custo de aquisição é alto. Existem empresas que nunca o colocaram, porque ao relacionar o preço do equipamento com os índices de perda e os intangíveis, chegaram a conclusão que o custo do sistema superava o montante das peças que seriam roubadas. Portanto, o benefício maior é não usar o sistema e optar por controles menos agressivos e menos dispendiosos.
A maioria das empresas cria acentuadas dificuldades nas ocasiões de trocas e devoluções de mercadorias. Não confia na qualidade dos próprios produtos, pois espera grande quantidade de defeitos. Ora, se a qualidade do produto for boa, o benefício é aceitar as trocas e devoluções que devem ser ínfimas. Com certeza o custo desta política será inferior aos de um processo detalhado de verificações e chateações para o comprador. E, ele ficará muito mais satisfeito.
O incrível é quando o produto apresenta problema e a indústria não o reconhece, como a VOLKSWAGEN, no episódio dos dedos decepados no FOX.
Em compensação, temos casos que se tornaram clássicos, como o da NORDSTROM, sofisticada loja de moda, em que o vendedor aceitou a devolução de um pneu.
No RITZ-CARLTON Hotel, um porteiro foi atrás de um hóspede que esqueceu sua valise de mão. Não o alcançou no aeroporto, só na cidade do hóspede, quando lhe entregou a maleta pessoalmente.
Um motorista da FEDEX para entregar as mercadorias retidas em seu caminhão enguiçado, sem atraso, alugou um helicóptero.
A SEARS lastreou seu sucesso na máxima “SATISFAÇÃO GARANTIDA OU SEU DINHEIRO DE VOLTA”, automático, que vale até hoje. É só entrar no site e conferir.
Talvez uma simples inversão na análise, começando a pensar sobre os Benefícios e depois nos Custos, leve ao consumidor uma experiência de compra satisfatória, até, quem sabe, chegar a um momento inesquecível, como certamente pensaram os dirigentes da NORDSTROM, do RITZ-CARLTON, da FEDEX e da SEARS.
Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing, escreve todas as quartas aqui no blog, sempre participa dos comentários e nunca precisou de prolongador de lápis na sua vida.
Fim de viagem. Malas desfeitas. Assuntos revisados. Retorno, logo mais, ao CBN São Paulo. Vejo que, desde a semana passada, o paulistano acompanha as notícias sobre a Máfia dos Fiscais II. Nos próximos dias, teremos de estar atentos aos desdobramentos das investigações. Quem manteve contato com o material levantado pelos promotores não tem dúvida de que a ação irregular vai além dos limites da Móoca.
Por coincidência, estive nesta terça-feira com uma jornalista que, há nove anos, se aprofundou na investigação da Máfia dos Fiscais I. O sentimento dela migrava entre a satisfação de contar o trabalho realizado na época e a frustração de verificar que muitas das práticas lesivas ao cidadão se mantém na cidade de São Paulo.
Nas férias, em contato com os jornais estrangeiros, ficou evidente que mal-uso do dinheiro público, corrupção e abuso de poder não são privilégios do Brasil. Haja vista, a administração Berlusconi, na Itália. Mas quando as coisas acontecem no quintal de casa são sempre mais doloridas.
Na volta à casa, minha satisfação ao ver a competência e o carinho com que a Fabíola Cidral comandou o CBN São Paulo. Conhecendo a história dela, não chego a me surpreender.
O blog que completou um ano recentemente ficou em boas mãos. O desafio era renovar as informações diariamente, apesar de minha ausência e dificuldade de acesso a internet (coisa sobre a qual conversamos em nota postada semana passada). Ao verificar que o número de visitas manteve a média dos meses anteriores, constato que o resultado foi positivo.
A tarefa também foi possível graças a Maria Lucia Solla, aos domingos, e ao Carlos Magno Gibrail, às quartas-feiras (você já leu o artigo de hoje ?), que garantiram a participação dos ouvintes-internautas. Estes, por sua vez, foram essenciais com sua presença nos comentários.
A todos, muito obrigado !
Milton Jung
Em tempo: as férias foram excelentes e passaram longe das aulas de castanhola e sapateado propagandeadas pelo Heródoto Barbeiro. Mesmo porque quem costuma dar seus passinhos de dança no ar é ele. Se você dúvida, acompanhe os encerramentos do Jornal da CBN pelas imagens das câmeras do estúdio que estão disponíveis no Portal da CBN.