Dê sua opinião sobre a entrevista com Sônia Francine (PPS)
Aproveite o espaço para dizer o que você achou da entrevista com a candidata à prefeitura de São Paulo Sônia Francine, do PPS. Daqui a pouco você terá, também, o link para ouvir as propostas da vereadora.
Para que serve o vereador ? Qual o papel do prefeito ?
A Associação dos Magistrados Brasileiros decidiu ouvir o cidadão para saber como ele compreende o papel do prefeito e do vereador. Alguns resultados chamam atenção. Olhando especificamente para o Sudeste, 85% das pessoas acreditam que é obrigação ou se não é obrigação deveriam os vereadores ajudar as pessoas nas despesas de hospital e enterros.
Os hotéis não são apenas locais para hospedagem. A boa mesa também está à disposição como nos mostra a editora da Época SP, Ailin Aleixo, que de segunda à quinta, apresenta "Época SP na CBN":
Eau
Acaba de entrar em cartaz o novo jantar do chef Laurent Hervé, com 23 pratos e dois menus-degustação. O francês assumiu a cozinha do sóbrio e elegante Eau no fim do ano passado, mas foi reformulando o cardápio aos poucos: primeiro veio o (caro) menu executivo para almoço, lançado em fevereiro, e só agora os pratos mais elaborados dos pedidos à la carte. Um dos pontos altos, servido nos dois horários, é o le bar, filé de robalo coberto com uma delicada camada crocante de pão de forma e mel. Ex-chef executivo do Maxim's de Paris, Hervé anda encantado com os sabores brasileiros e já se rendeu à mandioquinha, à pupunha, ao cajá e à graviola, ingredientes que tem usado com propriedade - só falta achar o ponto do sorbet de pitanga, ainda amargo em excesso
Hotel Grand Hyatt-- Av. das Nações Unidas, 13.301, Morumbi- tel.: 6838-3207
Tarsila
Restaurantes em hotéis-- com raras exceções--- tendem a ser sem graça e sem gosto. Mas o Tarsila está entre as raridades. Apesar da decoração ter aquele quê de lobby, o serviço simpático e bem treinado e o cardápio elaborado pelo chef Marcelo Pinheiro são argumentos mais do que suficientes para fazer não-hóspedes dirigirem-se ao hotel Intercontinental. A primeira vista arriscadas, as criações são de uma eficácia surpreendente, como o creme de caju com catupiry, frango defumado e erva cidreira e o origami de caranguejo com salada de brotos de machê. Cremoso, o risoto de lagostim ao pesto de rúcula e tuille de camarão tem tempero no ponto, que deixa transparecer o sabor dos tenros moluscos. Entre as sobremesas criativas e bem apresentadas, destaque para a deliciosa torta ópera com Mousse Cítrico e Açúcar Cruciante (lâmina de açúcar com sementes de pimenta da jamaica). Além do jantar e do almoço excutivo, o restaurante oferece, aos domingos, um brunch (R$ l95 por pessoa) com jazz ao vivo que inclui de steak tartar preparado na hora, ostras frescas até cortes especiais de carnes e estação de massas.
Hotel Intercontinental-- Alameda Santos, 1123, Cerqueira César, te.: 3179-2555
P. Verger
Para chegar ao restaurante não há outro caminho: tem que passar pela recepção do hotel e subir dois lances de escadas (ou pegar o elevador). Depois disso, dá para esquecer que o P. Verger fica dentro do Sofitel. O salão tem um estilo próprio e ganha vida com a arte do fotógrafo parisiense Pierre Verger-- daí o nome do restaurante. Quem domina a cozinha é outro francês, Patrick Ferry. Com base nas técnicas do seu país, porém contagiado pelos ingredientes do mundo, o chef apresenta um cardápio muito criativo. Bom começo, especialmente nas noites frias, são as sopas. A melhro delas é a de lentilha com pedacinhos de foie grass. Entre os pratos principais, o canelone de cordeiro não é o que se imagina. Trata-se de uma carne enrolada, recheada com tomate seco e queijo de cabra.
Sofitel-- R. Sena Madureira, 1.355 - Vila Mariana, tel.:3201-0800
Vereadora em São Paulo, Sônia Francine é uma das poucas novidades nesta eleição municipal. Nunca havia participado antes de uma disputa a cargo majoritário ao contrário da maioria dos seus adversários. Ela será a entrevistada desta quarta-feira, no CBN SP, a partir das 11 e 5 manhã. O candidato a vice na chapa de Soninha é o escritor e cineasta João Batista de Andrade
As perguntas podem ser feitas aqui no blog, pelo e-mail milton@cbn.com.br ou através do Twitter.
Leia o perfil oficial da candidata do PPS, Sônia Francine:
Paulistana do bairro de Santana, formada em Cinema pela ECA/USP, Soninha tornou-se nacionalmente conhecida como VJ da MTV Brasil, onde trabalhou por dez anos, tendo sido posteriormente apresentadora de um programa para jovens na TV Cultura, comentarista da ESPN Brasil e até recentemente uma das apresentadoras do programa Saia Justa, na GNT.
Em 2004, foi eleita vereadora pelo PT. Filiou-se ao PPS em setembro de 2007.
Você já foi daqueles que fugiam dos exercícios ? Aulas de educação física, então, nem pensar ? Com tanta competição em Beijing, hoje deve ser duro ignorá-los.
Você já foi daqueles que escolhiam os cursos que não iriam exigir muita comunicação, pois não gostava de falar nem de se relacionar com o público? Matemática, química e física seriam as saídas.
Ou daqueles que não apreciavam mesmo estudar e, falantes, pensavam numa carreira em vendas, por ter o dom da comunicação?
De acordo com o economista John Mainard Keynes “a maior dificuldade do mundo não é fazer com que as pessoas aceitem novas idéias, mas sim fazê-las esquecer as velhas”.
Bill Gates fez o contrário, segundo Tom Peters: “Esquecer é difícil para uma empresa de sucesso... e Gates depois de dizer que a Internet era um modismo inútil, largou tudo e reinventou a Microsoft para que ela se tornasse a maior defensora da Internet”.
Previsão de Keynes ou ação de Gates?
Está claro hoje que a profissão de vendas não pode mais ser aquela que as pessoas seguem por não terem conseguido outra coisa na vida. São aqueles profissionais que encontramos ao procurar um carro que nem perguntam se temos família, se usaremos constantemente o veículo na estrada, ou não induzem sobre o comportamento. Nem mesmo numa compra de casa para morar, indagam sobre necessidades e estilo. Nas livrarias não conhecem o que está na prateleira, muito menos o conteúdo dos livros e o perfil dos clientes. Nas lojas de roupas além de desconhecerem o estoque, não assistem o consumidor com relação às tendências e produção de moda. Não conhecem o mercado, o produto e o cliente. Para isso teriam que se preparar profissionalmente.
E o pessoal que fugiu da venda já deve ter descoberto que esta é uma função que está em todas as outras. Matemática, química, física também exigem bons vendedores, profissionais que sabem tudo sobre o produto ou o serviço que produzem, e conseguem vendê-los a todos que o cercam.
É fácil perceber que o mundo gira em função da venda, pois é olhar o ambiente em que estivermos e identificar edifício, móveis, equipamentos e até as pessoas em volta se “venderam” para alguém e ganharam o direito de estar ali. Este Blog e este comentário também.
Para os da “Fuga das galinhas” o momento é de agir como Gates, esquecendo o passado e assimilando os fundamentos da venda.
Quanto aos exercícios e esportes melhor será fazê-los. A saúde agradece. Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e escreve toda quarta-feira neste blog. Vende muito bem o seu peixe e toda a semana joga tênis.
De bastidor: Tapa na coxa e trabalho para a imprensa
Dois fotógrafos, dois cinegrafistas e dois assessor de comunicação acompanharam a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy na entrevista à rádio CBN, ao vivo, na manhã desta terça-feira. Trajando preto e branco e visivelmente mais magra do que na época em que havia deixado a prefeitura, há quatro anos, a candidata do PT se incomodou com o desconforto da cadeira que estava à disposição dela no estúdio. Tinha razão. Era um pouco alta, os pés ficavam balançado. Levantou, reclamou, sentou novamente, não gostou e uma nova cadeira apareceu já adaptada à altura da candidata por um dos cinegrafistas da campanha.
Confortável, logo de cara teve de falar sobre a herança que a prefeitura lhe deixou: o apelido de Martaxa. A do lixo já era e não volta. A da luz continua. Assunto que mobilizou a assessoria de imprensa da Secretaria de Coordenação das Subprefeituras. Antes de a entrevista se encerrar já havia nota pronta, escrita em uma só linha, avisando que a prefeitura acabou com a taxa de luz. Acabou ? Para aqueles que não tem luz. Ah, bom !
Sobre trânsito colocou mais um ponto na coluna dos contra-pedágio. Tem um ouvinte-internauta que acompanha a entrevista pelo Twitter e registra, dia a dia, o placar do pedágio urbano. Até aqui, dos sete entrevistados, sete disseram que não vão implantar o sistema. Por enquanto. Preferiu criticar o sucateamento da CET. Mais trabalho para a imprensa da prefeitura. Antes dela deixar o estúdio já havia resposta à crítica da candidata do PT. Esta mais longa: 33 linhas.
A caixa de correio estava cheia, e o blog bombando. Foi de lá que tirei a crítica de um ouvinte-internauta que se identificou por siglas. Reclamava de 100 promessas feitas na gestão dela, muitas não cumpridas. Citou três. Ela fez questão de responder diretamente ao ouvinte-internauta: “Flávio, você é injusto”. A voz estridente e desafinada pelo tom mais alto quase foi encoberta pelo barulho dos dois tapas simultâneos sobre as próprias coxas. E a imprensa da prefeitura volta a se agitar e digitar o mais breve possível uma resposta em defesa da administração Kassab por causa das críticas ao Planetário do Carmo. Nesta, a ação oficial competiu com as mensagens de ouvintes-internautas que reagiram por não gostar do que jeito que a ex-prefeita se referiu ao cidadão.
Marta falou por 25 minutos e “reclamou” que a entrevista foi muito rápida. Queria falar mais. Acabou concordando que o tempo é o ideal para passar a mensagem ao eleitor e não cansar o ouvinte. O trabalho agora era da imprensa da campanha: enviar as várias fotos feitas no estúdio, pelo computador, para serem publicadas no site oficial. E sair correndo atrás da candidata que tinha mais uma série de compromissos no dia.
Por coincidência, em um deles voltei a encontrá-la. Era um evento que reunia empresas de call-center no qual fui para mediar debate sobre as regras que pretendem restringir o trabalho do setor. Ela esteve lá, recebeu homenagem pela instalação dos telecentros durante a gestão, ouviu quatro ou cinco pessoas vaiá-la, enquanto a maioria a aplaudia, discursou e foi embora, rapidamente. Desta vez, sem dar muito trabalho aos jornalistas.
Perguntômetro
Blog e e-mail dividiram a preferência do ouvinte-internauta durante e depois da entrevista com Marta Suplicy. Foram 36 mensagens na caixa de correio dirigidas à candidata e 19 comentários no blog, entre perguntas, críticas e elogios. O Twitter foi uma frustração: duas mensagens apenas.
Os animais estavam soltos no caminho do ouvinte-internauta Toninho Espíndola que saiu de São Paulo em direção a Florianópolis, pela BR 116. Ele conseguiu flagrar dois comportamentos que colocam em risco a vida das pessoas nas rodovias. Em um deles, o animal irracional parecia tão assustado quanto os motoristas; no outro, o animal racional causava espanto pela ousadia e irresponsabilidade da ultrapassagem.
Nos dois casos, a fiscalização ajudaria muito a prevenir os acidentes. Respeito e responsabilidade, também.
Dê sua opinião sobre a entrevista de Marta Suplicy, PT
A ex-prefeita Marta Suplicy, candidata do PT, respondeu a uma série de perguntas de ouvintes-internautas durante os 25 minutos em que esteve no ar, no CBN SP. Se você não acompanhou poderá ouvir aqui nio blog e depois deixar sua opinião.
Acompanhe as sugestõe do dia da Ailin Aleixo, do "Época SP na CBN":
A Bela Sintra
Se você não curte lugares badalados, não vá ao Bela Sintra: ele é o restaurante do coração de várias celebridades (Hebe, Adriane Galisteu, Amaury Jr...) e seu salão fica constantemente cheio. Merecidamente. Há três anos, o chef Valderi Gomes comanda uma das melhores cozinhas portuguesas de São Paulo. Em suas panelas nascem suculentos bacalhaus, como o desfiado com batata palha e ovos, além de frutos do mar impecáveis (o lagostim aberto com purê e creme de queijo estava soberbo). Para acompanhar, reserve uma verba adicional e prove um bom vinho português da ótima carta. Caso você não dispense a sobremesa por nada, muita calma: apesar de corretas, não são mesmo o forte da casa.
R. Bela Cintra, 2325, Jardins, tel.: 3891-0740
Ora pois!
Nem sempre culinária portuguesa significa um desastre na carteira. Um bom exemplo é esse simpático restaurante, comandado por três irmãos lisboetas, desde 2000. A casa tem um ambiente informal, bem decorado (até o banheiro é uma graça) e louça azulejada. O cardápio capricha no bacalhau (são sete tipos). O com natas (lascas com batata frita e creme branco à base de natas gratinado) vem bem preparado - já a porção de Gomes de Sá foi um pouquinho econômica no peixe. Há ótimas opções de vinhos portugueses, com preços camaradas (peça o Redondo, safra 2004, e seja feliz). Dois poréns: o bolinho de bacalhau leva batata (um pecado) e o atendimento é mais seco do que bacalhau de feira.
R. Fidalga, 408, Vila Madalena, tel.: 3815-8224
A Casota
Não se trata de um restaurante inspirado na culinária portuguesa. A casa de dona Milu é portuguesa autêntica, e das boas. Doceira de mão cheia, a proprietária começou a carreira modelando açúcar e gemas - e, até hoje, esse é o seu ponto forte. Entre as dezenas de sobremesas, uma mais sensacional do que a outra, destaca-se o dom rodrigo, espécie de trouxinha de fios de ovos. Depois vieram os pratos por encomenda e, finalmente, a casa de portas abertas, onde só se servem pratos típicos da terrinha. Prove o bacalhau duque de palmela, substanciosa mistura com camarões, queijo, creme de leite, batatas fritas e amêndoas. Ótimo. As opções de carnes também são muitas, com pratos tradicionais como dobradinha à moda do porto e favas guisadas à portuguesa. Convém esquecer a dieta.
Av. Miruna, 442, Moema, tel.: 5093-6751 e 5093-6329
No dois últimos dias, o repórter Gabriel Correia foi as plataformas de trem, entre uma confusão e outra, pulou para dentro do trem. De lá correu até o metrô. E assim registrou o cotidiano dos paulistas que usam o sistema de transporte público sobre trilhos na capital e região metropolitana.
A imagem feita pelo Gabriel na plataforma da estação Brás do metrô.
A ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy estará, ao vivo, no estúdio da CBN, em mais uma entrevista da série com os candidatos à prefeitura. A petista responderá a perguntas deste apresentador que são baseadas em mensagens enviadas pelos ouvintes-internautas. A entrevista se inicia às 11 e cinco da manhã e terá 25 minutos de duração.
As perguntas e comentários podem ser enviados por este blog, deixando seu texto na área dos comentários, pelo e-mail milton@cbn.com.br ou pelo Twitter.
O candidato a vice de Marta Suplicy é o deputado federal Aldo Rebelo do PC do B, ex-presidente do Senado.
Leia o perfil da candidata segundo sua assessoria de imprensa:
Marta Teresa Smith de Vasconcellos Suplicy nasceu em 1945, no Jardim Paulistano, em São Paulo.
Foi a primeira dos quatro filhos do industrial Luís Affonso Smith de Vasconcellos e da dona-de-casa Noêmia Fraccalanza Smith de Vasconcellos.
Estudou nos colégios Des Oiseaux e Nossa Senhora de Sion, onde fundou o Grêmio Estudantil. Em 1963, ingressou na Faculdade de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). E, no ano seguinte, casou-se com Eduardo Suplicy, recém-formado administrador de empresas, com quem veio a ter três filhos: Eduardo (Supla), André e João.E atualmente tem 4 netos.
Já formada em Psicologia, Marta foi com a família para os Estados Unidos, onde fez mestrado na Universidade Estadual de Michigan e pós-graduação na Universidade Stanford.
De volta ao Brasil, especializou-se em Psicanálise. Passou a fazer parte da Sociedade Brasileira de Psicanálise e da International Psychoanalytical Association. E publicou Conversando sobre sexo, o primeiro dos oito livros que já escreveu.
Na década de 1980, Marta se tornou conhecida nacionalmente como apresentadora de um quadro sobre sexualidade no programa TV Mulher, da Rede Globo.
Em 1983, Marta se iniciou na vida político-partidária, filiando-se ao Partido dos Trabalhadores. Onze anos depois, elegeu-se deputada federal, com mais de 76 mil votos. Em 1998, disputou o governo do Estado. Ela recebeu mais de 3,7 milhões de votos.
A foto do Leandro Lacerda, publicada no blog Bastidores Olímpico, da CBN, flagra a saudável convivência das torcidas em favor dos atletas brasileiros nos Jogos de Pequim. Tudo bem que um gaiato da redação não deu folga e assim que viu a imagem tascou: "O Corinthians na segunda e o São Paulo pelas caronas, eles tem mais é que torcer lá na China, mesmo".
De bastidor: De 3 a 300 em quatro anos Filho fotografa o pai durante entrevista. Clique na foto e vá ao álbum do CBN SP.
“Se eu fizer 300 mil votos elegeremos dois vereadores”. A matemática eleitoral do candidato a prefeitura de São Paulo Levy Fidelix, do PRTB, teria lógica não fosse o histórico dele e do partido. Há quatro anos, Fidelix concorreu a vereador e mal passou dos 3 mil votos. Já tentou o governo do Estado, a Câmara dos Deputados, e a Assembléia Legislativa. Tem uma explicação para a insistência: plantar idéias.
Quais idéias ? O Rodoanel, do PSDB, e o Orçamento Participativo, do PT, foram apontados por ele como projetos que trouxe para o debate eleitoral e foram absorvidos pelos demais partidos. Pitta também o copiou com o Fura-Fila mas fez mal feito. Palavra do candidato. Melhor não contrariar.
Também não vou mais além no conteúdo da entrevista pois prefiro que você o ouça clicando no link que está duas notas abaixo. E este espaço - o “De bastidor” - foi criado para revelar “aquilo que só você viu”, como diriam os narradores esportivos aos repórteres de campo.
Por falar em rádio, Levy Fidelix, provocado pela minha pergunta puxa-conversa, antes de a entrevista se iniciar, disse que foi apresentador de televisão. Fez o primeiro programa de informática da Tv brasileira na Bandeirantes e após no SBT. Tem cacoete mesmo. Daqueles comunicadores antigos que quando entrevistados mandam um abraço a este programa líder de audiência - sem nunca, jamais, ter aberto a pesquisa Ibope para saber quantas pessoas ouvem o tal líder.
Acusado de ter um plano de governo, contudo, jamais será. Tem um, sim, e registrado em cartório: “faço isso todas as eleições” . Não é das tarefas mais difíceis se levarmos em consideração que o programa dele para a cidade de São Paulo, com 10 milhões de habitantes, 6 milhões de carros, R$ 25 bilhões em caixa, tem apenas cinco páginas.
Nos 25 minutos de entrevista, este apresentador teve o cuidado para não perder tempo com perguntas sobre o Aerotrem, afinal o candidato já deve estar cansado de falar disto. Desde que se iniciou na política, promete a mesma coisa aos cidadãos que não lhe deram oportunidade ainda de colocar em prática “este projeto renovador”. Tão cansado que para participar da entrevista ao lado de sua equipe de apoio, formada por três assessores, sendo um deles o filho (“é formado na PUC, em marketing”), usou três carros da campanha.
O homem do Aerotrem, pelo visto, é fã de automóvel, também. Três carros para a comitiva do candidato ir até a CBN
Perguntômetro
Nenhuma pelo Twitter, uma no blog e três no e-mail. Parece que ninguém se interessou muito pelas idéias de Levy Fidelix.
Em São Miguel Paulista, zona leste da capital, o sacolão da prefeitura está desativado há quase três anos segundo levantamento feito pelo ouvinte-internauta Marcos Paulo Dias com moradores das proximidades. Este ex-centro popular de comprar está na Rua Mohamed Ibraim Saleh, na Cidade Nova.
Dê sua opinião sobre a entrevista com Levy Fidelix (PRTB)
Foram 25 minutos nos quais se falou de saúde, educação, moradores de rua, administração e finanças. Sobre o Aerotrem, também. Ouça a entrevista com Levi Fidelix, do PRTB, e dê sua opinião, se quiser:
A Ailin Aleixon, do "Época SP na CBN", traz sugestões germânicas para aproveitar nossos poucos dias frios:
Bierquelle
O proprietário, Diathelm Maidlinger, nasceu na antiga Tchecoslováquia, cresceu na Alemanha e trabalhou na Suíça - e todas essas influências estão no cardápio da casa, inaugurada em 1984. Suas especialidades são as salsichas e lingüiças, fabricadas lá mesmo e pouco conhecidas por aqui. Os nomes são verdadeiros trava-línguas, como nürnberger rostbratwurst (minilingüiça de porco grelhada), tiroler rostbratwurst (lingüiça de porco tirolês com pimenta verde) e curryburst (salsicha de curry). A salada de batatas que acompanha alguns pratos é bem diferente da versão nacional: não leva maionese e chega à mesa quente, temperada com caldo de carne, pepino e toucinho. Os fondues de queijo, carne e chocolate são outro ponto forte do lugar, que tem decoração típica, quase cenográfica
R. Pascal, 608 - Campo Belo, tel.:5093-4327
Konstanz
Casa em estilo alpino com lambris de madeira nas paredes e toalha xadrez nas mesas. Basta a temperatura cair um pouquinho para os casais fazerem o pedido previsível: fondue. Mas o cardápio reserva uma cozinha muito mais vigorosa, com receitas germânicas como o eisbein (joelho de porco) e o gulash (cubos de carne ao molho de tomate com páprica e spätzle). Um bom começo é o bolinho de cerveja - na verdade, feito com chope claro, carne moída e bacon. Entre os pratos principais, prefira o kassler cozido ao grelhado, que perde a maciez depois de passar pela frigideira. Sugestão para paladares que apreciam sabores agridoces, o pato à Konstanz vem com molho de laranja, repolho roxo "temperado" com vinho, açúcar e canela e um purê de maçã exageradamente doce. Muito parecido com a compota que recheia o bom apfelstrudel.
Av. Aratãs, 713 – Moema, tel.: 5543-4813
Die meister stube
Localizado dentro do pequeno clube alemão Kolpinghaus, o restaurante de Helga Mathi tem dois ambientes distintos: um salão com decoração típica e um simpático jardim, muito agradável durante o dia. Adota o chamado cardápio internacional, mas vale mesmo pela cozinha alemã clássica: são pratos enormes, que alimentam duas ou três pessoas: o steak alemão é um hambúrguer picante gigante temperado com páprica, acompanhado com batata com bacon e cebolas. Tem também um rodízio, a R$ 65 por pessoa, que traz joelho de porco, salsichão, salsicha, chucrute e batata. Para sobremesa, vale pedir o apfelstrudel caseiro.
R. Barão do Triunfo, 1.213 - Campo Belo - São Paulo - SP, tel.: 5536-4982
Este é um dos pontos pelos quais a Cátia Toffoletto "passeou" agora pela manhã e encontrou buracos no caminho do paulistano. O local fica na General Penha Brasil com a Avenida Jerônimo de Andrade, na zona norte da de São Paulo.
Acompanhei na semana passada o debate em relação a disposição final das lâmpadas fluorescentes. Na maiorias dos países desenvolvidos as lâmpadas fluorescentes são consideradas como resíduos tóxicos. No Brasil a norma que trata dos resíduos sólidos, a ABNT NBR 10004, define a periculosidade de diversos elementos e substâncias químicas e estabelece os limites admissíveis para esses contaminantes serem dispostos no meio ambiente. As “lâmpadas com vapor de mercúrio após o uso” estão incluídas nesta norma, em seu "Anexo A", e são classificadas automaticamente como resíduo perigoso, classe I, nos termos da Norma.
Por sua vez a norma regulamentadora NR15, do Ministério do Trabalho, que trata das atividades e operações em locais insalubres, também lista o mercúrio como um dos principais agentes nocivos que afetam a saúde do trabalhador.
Ainda que o impacto sobre o meio ambiente causado por uma única lâmpada seja desprezível, o somatório das lâmpadas descartadas anualmente (cerca de 40 milhões só no Brasil) terá efeito sensível sobre os locais onde são dispostas.
Em várias cidades do país, como Porto Alegre, existe um programa de coleta específico para este tipo de resíduo. Uma cidade onde a coleta seletiva de lâmpadas fluorescentes não está implantada expõe seus habitantes, em várias etapas do processo, ao contato com metais pesados que são extremamente nocivos para a saúde.
Existem empresas especializadas em reciclar este tipo de resíduo; para o pequeno gerador, isto é o pequeno consumidor de lâmpadas, fica difícil viabilizar esta alternativa.
É aconselhável verificar se a empresa que receberá as lâmpadas está em dia com suas obrigações e licenças (no caso de São Paulo, a CETESB licencia empresas para essa atividade).
A ironia estampada nesta placa foi encontrada pelo colega Gabriel Correia que circula na capital paulista de madrugada. O protesto faz referência a morte da menina Isabella Nardoni do alto de um prédio em crime supostamente cometido pelo pai, em março. O painel está na Praça da Luz, centro de São Paulo